Amauri Coelho

Foto de Amauri Rafael Coelho Pereira
Amauri Coelho
Amauri Rafael Coelho Pereira (nome civil)
2 eleições entre 2006 e 2010 · último partido PP
39 anos em 2010 · Masculino · Ensino médio completo
Servidor Público Estadual

Amauri Coelho (Amauri Rafael Coelho Pereira) disputou 2 eleições entre 2006 e 2010, para deputado distrital, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2010, para deputado distrital por DF: 1.136 votos. Na campanha de 2010 para deputado distrital por DF, declarou R$ 7 mil em receitas: R$ 4 mil de outras campanhas, R$ 2 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 7 mil, principalmente com pessoal (R$ 4 mil), publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 3 mil) e encargos financeiros e taxas bancárias (R$ 67). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 8 mil.

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Evolução da votação nas eleições

1.136 votos em 2010 · 2 eleições

A votação de Amauri Rafael Coelho Pereira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. Distrital

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2010: R$ 7 mil em receitas · R$ 7 mil em gastos contratados

Amauri Coelho declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado distrital por Distrito Federal em 2006 e 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 7 mil em receitas: R$ 4 mil de outras campanhas, R$ 2 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 7 mil, principalmente com pessoal (R$ 4 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 3 mil). Em 2006, R$ 8 mil em gastos contratados.

Receitas em 2010R$ 7 milcampanha encerrada
Gastos em 2010R$ 7 milcontratados
Gastos em 2006R$ 8 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22006 e 2010

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2010Deputado distrital, Distrito FederalVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 7 mil
4 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 53% · pessoas 30% · próprios 18%
Gasto contratado
R$ 7 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 4 mil51,9%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 3 mil37,1%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 670,9%
  • Outras 1 categoriaR$ 72010,1%
2006Deputado distrital, Distrito FederalVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 8 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 84% · pessoas 16%
Gasto contratado
R$ 8 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 3 mil35,1%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 2 mil25,9%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 92512,1%
  • Materiais impressosR$ 3003,9%
  • Outras 3 categoriasR$ 2 mil23,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892