11 eleições entre 1994 e 2022 · último partido MDB
70 anos em 2022 · Masculino · Superior completo
Deputado
redes informadas ao TSE
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Francisco Souza (Francisco de Souza) disputou 11 eleições entre 1994 e 2022, para deputado estadual, vereador, deputado federal e prefeito. Ele foi eleito 5 vezes: deputado estadual em 2014, 2010, 2006, 2002 e 1998. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por AM: 29.006 votos. Na campanha de 2022 para deputado estadual por AM, declarou R$ 265 mil em receitas: R$ 239 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 26 mil de doações privadas (13 doadores). Os gastos contratados somam R$ 199 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 65 mil), pessoal (R$ 38 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 37 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 10 mil em 2020 (56% com publicidade por materiais impressos) e R$ 57 mil em 2018.
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Evolução da votação nas eleições
2.315 votos em 2022 · 11 eleições
A votação de Francisco de Souza em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2022: R$ 265 mil em receitas · R$ 199 mil em gastos
Francisco Souza declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: deputado estadual por Amazonas em 2006, 2010, 2014 e 2022, prefeito em Iranduba (AM) em 2012, deputado federal por Amazonas em 2018, e vereador em Manaus (AM) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 265 mil em receitas: R$ 239 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 26 mil de doações privadas (13 doadores). Os gastos contratados somam R$ 199 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 65 mil) e pessoal (R$ 38 mil). Em 2020, 56% dos R$ 10 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2018, 57% dos R$ 57 mil em gastos foram com militância e mobilização de rua.
Receitas em 2022R$ 265 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 199 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2020R$ 10 milcampanha encerrada; tudo pago
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Estadual · 2002ELEITO24.428GAM · 50 anos · Superior incompleto · PTB · nº 14777 · ver resultado completo
Coligação: PFL / PPS / PTB / PTN / PSC / PSDC
Deputado Estadual · 1998ELEITO10.552GAM · 46 anos · Superior incompleto · Economista · PL · nº 22345 · ver resultado completo
Deputado Federal · 1994SUPLENTE15.749GAM · 42 anos · Superior incompleto · Economiario · PPR · nº 1133 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.