- PessoalR$ 2 mil20,3%
- Locação/cessão de bens móveisR$ 2 mil15,0%
- Materiais impressosR$ 6256,2%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 2242,2%
- Outras 1 categoriaR$ 6 mil56,3%

Celia Maria (Celia Maria Chaves da Costa Viana) disputou 1 eleição, em 2010, para deputada estadual por AC, com 59 votos, segundo os dados do TSE. Não foi eleita, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2010 para deputada estadual por AC, declarou R$ 10 mil em receitas: R$ 9 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 1 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 10 mil, principalmente com pessoal (R$ 2 mil), locação/cessão de bens móveis (R$ 2 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 625).
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Celia Maria declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputada estadual por Acre em 2010. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 10 mil em receitas: R$ 9 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 1 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 10 mil, principalmente com pessoal (R$ 2 mil) e locação/cessão de bens móveis (R$ 2 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.