Lira Morais

Foto de Francisco Lira de Morais
Lira Morais
Francisco Lira de Morais (nome civil)
2 eleições entre 2008 e 2010 · PRP
40 anos em 2010 · Masculino · Superior completo
Servidor Público Municipal
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Lira Morais (Francisco Lira de Morais) disputou 2 eleições entre 2008 e 2010, para deputado estadual e vereador, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 1 vez: deputado estadual em 2010. A maior votação foi em 2008, para vereador em Rio Branco/AC: 1.736 votos. Na campanha de 2010 para deputado estadual por AC, declarou R$ 91 mil em receitas: R$ 64 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 23 mil de doações privadas (11 doadores), R$ 820 de empresas e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 91 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 33 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 15 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 5 mil.

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Evolução da votação nas eleições

1.690 votos em 2010 (eleito) · 2 eleições

A votação de Francisco Lira de Morais em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2010: R$ 91 mil em receitas · R$ 91 mil em gastos contratados

Lira Morais declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Rio Branco (AC) em 2008, e deputado estadual por Acre em 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 91 mil em receitas: R$ 64 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 23 mil de doações privadas (11 doadores), R$ 820 de empresas e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 91 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 33 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 15 mil). Em 2008, R$ 5 mil em gastos contratados.

Receitas em 2010R$ 91 milcampanha encerrada
Gastos em 2010R$ 91 milcontratados
Gastos em 2008R$ 5 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2010

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2010Deputado estadual, AcreVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 91 mil
11 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 71% · pessoas 25% · empresas menos de 1% · próprios 3%
Gasto contratado
R$ 91 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 33 mil36,2%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 15 mil16,4%
  • Outras 1 categoriaR$ 43 mil47,4%
2008Vereador, Rio Branco (AC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 14 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 26% · pessoas 11% · empresas 52% · próprios 11%
Gasto contratado
R$ 5 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 360,7%
  • Outras 1 categoriaR$ 5 mil99,3%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas · eleito em 2010

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892