- Materiais impressosR$ 12 mil45,4%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 8 mil31,7%
- Cessão ou locação de veículosR$ 2 mil6,8%
- Serviços de terceirosR$ 6012,3%
- Outras 4 categoriasinclui R$ 900 lançados como "diversas a especificar"R$ 4 mil13,8%

Dr Samuel Pascoal (Pedro Samuel Milani Nogueira) disputou 1 eleição, em 2010, para deputado estadual por AC, com 2.638 votos, segundo os dados do TSE. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2010 para deputado estadual por AC, declarou R$ 26 mil em receitas: R$ 2 mil de outras campanhas, R$ 18 mil de doações privadas (3 doadores), R$ 5 mil de empresas e R$ 572 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 26 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 12 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 8 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 2 mil).
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
Dr Samuel Pascoal declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado estadual por Acre em 2010. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 26 mil em receitas: R$ 2 mil de outras campanhas, R$ 18 mil de doações privadas (3 doadores), R$ 5 mil de empresas e R$ 572 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 26 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 12 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 8 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.