- Materiais impressosR$ 82 mil41,2%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 20 mil10,0%
- Publicidade por carros de somR$ 9 mil4,5%
- Locação de imóveisR$ 2 mil1,0%
- Outras 4 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 86 mil43,3%

Alan Areal (Alan Hudson Ganum Areal) disputou 1 eleição, em 2010, para deputado estadual por AC, com 1.891 votos, segundo os dados do TSE. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2010 para deputado estadual por AC, declarou R$ 198 mil em receitas: R$ 44 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 44 mil de doações privadas (4 doadores), R$ 10 mil de empresas e R$ 101 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 198 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 82 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 20 mil) e publicidade por carros de som (R$ 9 mil).
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
Alan Areal declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado estadual por Acre em 2010. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 198 mil em receitas: R$ 44 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 44 mil de doações privadas (4 doadores), R$ 10 mil de empresas e R$ 101 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 198 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 82 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 20 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.