Manoel Pereira de Freitas

Foto de Manoel Pereira de Freitas
Manoel Pereira de Freitas
5 eleições entre 2006 e 2020 · último partido PSB
64 anos em 2020 · Masculino · Ensino fundamental incompleto
Aposentado (exceto Servidor Público)
redes informadas ao TSE
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Manoel de Freitas (Manoel Pereira de Freitas) disputou 5 eleições entre 2006 e 2020, para vereador, deputado federal e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2010, para deputado federal por AC: 1.081 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Manuel Urbano/AC, declarou R$ 1 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 1 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 400 em 2008 (100% com baixa de recursos estimáveis em dinheiro) e R$ 973 em 2006.

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Evolução da votação nas eleições

28 votos em 2020 · 5 eleições

A votação de Manoel Pereira de Freitas em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualVereadorDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 1 mil em receitas · R$ 1 mil em gastos

Manoel de Freitas declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por Acre em 2006, e vereador em Manuel Urbano (AC) em 2008 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 1 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 1 mil). Em 2008, 100% dos R$ 400 em gastos contratados foram com baixa de recursos estimáveis em dinheiro; em 2006, 72% dos R$ 973 em gastos contratados foram com publicidade por placas, estandartes e faixas.

Receitas em 2020R$ 1 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 1 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2008R$ 400contratados, campanha encerrada
Campanhas32006, 2008 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Outras origens
2020Vereador, Manuel Urbano (AC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
sem doações de pessoas
FEFC 100%
Gasto contratado
R$ 1 mil
tudo pago (100%)
  • Outras 1 categoriaR$ 1 mil100,0%
2008Vereador, Manuel Urbano (AC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 400
doações de pessoas
pessoas 100%
Gasto contratado
R$ 400
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 400100,0%
2006Deputado estadual, AcreVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 978
sem doações de pessoas
empresas 92% · outras 8%
Gasto contratado
R$ 973
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 3 categoriasinclui R$ 195 lançados como "diversas a especificar"R$ 973100,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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