Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Tadeu (Luis Tadeu Leite) disputou 5 eleições entre 1998 e 2008, para prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de Montes Claros em 2008; deputado estadual em 2006 e 1998. A maior votação foi em 2008, para prefeito em Montes Claros/MG: 96.374 votos. Na campanha de 2008 para prefeito em Montes Claros/MG, declarou R$ 664 mil em receitas: R$ 210 mil de outros recursos do partido, R$ 15 mil de doações privadas (205 doadores), R$ 248 mil de empresas e R$ 191 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 664 mil, principalmente com pessoal (R$ 133 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 99 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 71 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 157 mil.
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Evolução da votação nas eleições
83.550 votos em 2008 · 5 eleições
A votação de Luis Tadeu Leite em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2008: R$ 664 mil em receitas · R$ 664 mil em gastos contratados
Tadeu declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Minas Gerais em 2006, e prefeito em Montes Claros (MG) em 2008. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 664 mil em receitas: R$ 210 mil de outros recursos do partido, R$ 15 mil de doações privadas (205 doadores), R$ 248 mil de empresas e R$ 191 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 664 mil, principalmente com pessoal (R$ 133 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 99 mil). Em 2006, R$ 157 mil em gastos contratados.
Receitas em 2008R$ 664 milcampanha encerrada
Gastos em 2008R$ 664 milcontratados
Gastos em 2006R$ 157 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 74% · pessoas 5% · próprios 20%
Gasto contratado
R$ 157 mil
o TSE não publica o pago deste ano
PessoalR$ 43 mil27,7%
Publicidade por carros de somR$ 38 mil24,4%
Combustíveis e lubrificantesR$ 25 mil16,1%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 12 mil7,7%
Outras 13 categoriasinclui R$ 19 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 38 mil24,1%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.