- PessoalR$ 282 mil56,5%
- Publicidade por carros de somR$ 50 mil9,9%
- Materiais impressosR$ 48 mil9,7%
- Cessão ou locação de veículosR$ 23 mil4,6%
- Outras 13 categoriasR$ 97 mil19,4%
Onaide Silva Santillo disputou 8 eleições entre 1994 e 2014, para deputada estadual, prefeita e vice-governadora. Ela foi eleita 2 vezes: deputada estadual em 1998 e 1994. A maior votação foi em 2008, para prefeita em Anápolis/GO: 39.394 votos. Na campanha de 2014 para deputada estadual por GO, declarou R$ 500 mil em receitas: R$ 368 mil de outras campanhas, R$ 102 mil de doações privadas (25 doadores) e R$ 30 mil de empresas. Os gastos contratados somam R$ 500 mil, principalmente com pessoal (R$ 282 mil), publicidade por carros de som (R$ 50 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 48 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 143 mil em 2010 e R$ 68 mil em 2008.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Onaide Silva Santillo em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Onaide Silva Santillo declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeita em Anápolis (GO) em 2008, e deputada estadual por Goiás em 2010 e 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 500 mil em receitas: R$ 368 mil de outras campanhas, R$ 102 mil de doações privadas (25 doadores) e R$ 30 mil de empresas. Os gastos contratados somam R$ 500 mil, principalmente com pessoal (R$ 282 mil) e publicidade por carros de som (R$ 50 mil). Em 2010, R$ 143 mil em gastos contratados; em 2008, R$ 68 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.