- Serviços de terceirosR$ 7 mil23,1%
- Militância e mobilização de ruaR$ 6 mil19,3%
- Locação/cessão de bens móveis (exceto veículos)R$ 5 mil16,2%
- Materiais impressosR$ 5 mil15,1%
- Outras 6 categoriasR$ 8 mil26,3%
Carlos Braga (Carlos Demóstenes Moura Braga) disputou 4 eleições entre 2004 e 2022, para deputado estadual, prefeito e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2008, para prefeito em Porto Nacional/TO: 344 votos. Na campanha de 2022 para deputado estadual por TO, declarou R$ 44 mil em receitas: R$ 32 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 13 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 31 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 7 mil), militância e mobilização de rua (R$ 6 mil) e locação/cessão de bens móveis (exceto veículos) (R$ 5 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 4 mil em 2020 (48% com publicidade por materiais impressos) e R$ 11 mil em 2008.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Carlos Demostenes Moura Braga em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Carlos Braga declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeito em Porto Nacional (TO) em 2008 e 2020, e deputado estadual por Tocantins em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 44 mil em receitas: R$ 32 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 13 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 31 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 7 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 6 mil). Em 2020, 48% dos R$ 4 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2008, R$ 11 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.