- Materiais impressosR$ 6609,9%
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Ronaldo Simas (Ronaldo da Silva Simas) disputou 2 eleições entre 2006 e 2008, para prefeito e deputado federal. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2006, para deputado federal por TO: 875 votos. Na campanha de 2006 para deputado federal por TO, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 2 mil de outras campanhas e R$ 730 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 7 mil, principalmente com baixa recursos estimáveis - recursos de outros candidatos/comitês (R$ 2 mil), locação/cessão de bens móveis (R$ 2 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 1 mil).
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Ronaldo da Silva Simas em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Ronaldo Simas declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado federal por Tocantins em 2006. Na campanha mais recente, em 2006, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 2 mil de outras campanhas e R$ 730 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 7 mil, principalmente com baixa recursos estimáveis - recursos de outros candidatos/comitês (R$ 2 mil) e locação/cessão de bens móveis (R$ 2 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.