Prof. Haydêe (Haydêe Ferraz Simões) disputou 3 eleições entre 2008 e 2014, para deputada federal, deputada estadual e vereadora, segundo os dados do TSE. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2010, para deputada estadual por SP: 508 votos. Na campanha de 2014 para deputada federal por SP, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 60 do Fundo Partidário, R$ 2 mil de outros recursos do partido, R$ 2 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 1 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 800) e serviços de terceiros (R$ 475). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 13 mil em 2010 e R$ 11 mil em 2008.
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Evolução da votação nas eleições
240 votos em 2014 · 3 eleições
A votação de Haydee Ferraz Simões em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2014: R$ 5 mil em receitas · R$ 5 mil em gastos contratados
Prof. Haydêe declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereadora em São Paulo (SP) em 2008, deputada estadual por São Paulo em 2010, e deputada federal por São Paulo em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 60 do Fundo Partidário, R$ 2 mil de outros recursos do partido, R$ 2 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 1 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 800). Em 2010, R$ 13 mil em gastos contratados; em 2008, R$ 11 mil em gastos contratados.
Receitas em 2014R$ 5 milcampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 5 milcontratados
Gastos em 2010R$ 13 milcontratados, campanha encerrada
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 1401,2%
Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 700,6%
Transporte ou deslocamentoR$ 400,4%
Outras 5 categoriasinclui R$ 101 lançados como "diversas a especificar"R$ 8 mil69,5%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Estadual · 2010508não eleitoGSP · 53 anos · Superior completo · Professor de Ensino Médio · PMN · nº 33345 · ver resultado completoprestação de contas
Vereador · 2008359não eleitoLSão Paulo, São Paulo · 51 anos · Superior completo · Professor de Ensino Médio · PMN · nº 33151 · ver resultado completoprestação de contas
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.