- PessoalR$ 24 mil24,9%
- Materiais impressosR$ 17 mil17,8%
- Serviços de terceirosR$ 7 mil7,1%
- Locação de imóveisR$ 5 mil5,0%
- Outras 15 categoriasinclui R$ 104 lançados como "diversas a especificar"R$ 43 mil45,3%
Wander da Lig Moto (Wander Antonio de Souza) disputou 1 eleição, em 2008, para vereador em São Paulo/SP, com 1.831 votos, segundo os dados do TSE. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2008 para vereador em São Paulo/SP, declarou R$ 95 mil em receitas: R$ 712 de outras campanhas, R$ 10 mil de doações privadas (13 doadores), R$ 17 mil de empresas, R$ 63 mil de recursos próprios e R$ 5 mil de outras origens. Os gastos contratados somam R$ 95 mil, principalmente com pessoal (R$ 24 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 17 mil) e serviços de terceiros (R$ 7 mil).
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
Wander da Lig Moto declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em São Paulo (SP) em 2008. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 95 mil em receitas: R$ 712 de outras campanhas, R$ 10 mil de doações privadas (13 doadores), R$ 17 mil de empresas, R$ 63 mil de recursos próprios e R$ 5 mil de outras origens. Os gastos contratados somam R$ 95 mil, principalmente com pessoal (R$ 24 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 17 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.