Cabrabom

Foto de Valdecir Aparecido do Nascimento
Cabrabom
Valdecir Aparecido do Nascimento (nome civil)
5 eleições entre 2008 e 2020 · último partido PODE
58 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Servidor Público Estadual
redes informadas ao TSE

Cabrabom (Valdecir Aparecido do Nascimento) disputou 5 eleições entre 2008 e 2020, para vereador e deputado estadual, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2012, para vereador em São Paulo/SP: 13.571 votos. Na campanha de 2020 para vereador em São Paulo/SP, declarou R$ 137 mil em receitas: R$ 130 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1 mil de doações privadas e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 126 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 93 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 21 mil) e publicidade por adesivos (R$ 8 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 24 mil em 2018 (43% com publicidade por materiais impressos) e R$ 40 mil em 2016.

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Evolução da votação nas eleições

5.589 votos em 2020 · 5 eleições

A votação de Valdecir Aparecido do Nascimento em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 137 mil em receitas · R$ 126 mil em gastos

Cabrabom declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em São Paulo (SP) em 2008, 2012, 2016 e 2020, e deputado estadual por São Paulo em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 137 mil em receitas: R$ 130 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1 mil de doações privadas e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 126 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 93 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 21 mil). Em 2018, 43% dos R$ 24 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2016, 46% dos R$ 40 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2020R$ 137 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 126 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 24 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas5de 2008 a 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
  • Outras origens
2020Vereador, São Paulo (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 137 mil
doações de pessoas
FEFC 95% · pessoas menos de 1% · próprios 5%
Gasto contratado
R$ 126 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 93 mil73,3%
  • Materiais impressosR$ 21 mil16,7%
  • Publicidade por adesivosR$ 8 mil5,9%
  • Serviços advocatíciosR$ 3 mil2,1%
  • Outras 3 categoriasR$ 2 mil1,9%
2018Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 26 mil
3 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
partido e outras campanhas 44% · pessoas 56%
Gasto contratado
R$ 24 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 11 mil43,2%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 10 mil41,1%
  • Publicidade por adesivosR$ 2 mil9,7%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 8883,7%
  • Outras 3 categoriasR$ 5602,3%
2016Vereador, São Paulo (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 40 mil
11 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 39% · pessoas 48% · próprios 12%
Gasto contratado
R$ 40 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 18 mil45,5%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 11 mil27,4%
  • Publicidade por adesivosR$ 7 mil17,2%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 2 mil4,5%
  • Outras 4 categoriasR$ 2 mil5,4%
Ver as 2 campanhas anteriores
2012Vereador, São Paulo (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 91 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 64% · pessoas 3% · empresas 16% · próprios 17%
Gasto contratado
R$ 67 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 35 mil52,2%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 17 mil25,4%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 6 mil8,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 5 mil7,5%
  • Outras 3 categoriasR$ 4 mil6,6%
2008Vereador, São Paulo (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 99 mil
156 doadores pessoas físicas
partido 41% · pessoas 42% · empresas 3% · próprios 4% · outras 10%
Gasto contratado
R$ 100 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Pré-instalação física de comitê de campanha de candidatoR$ 11 mil11,1%
  • Serviços de terceirosR$ 10 mil10,0%
  • Eventos de promoção da candidaturaR$ 7 mil6,7%
  • PessoalR$ 5 mil4,8%
  • Outras 14 categoriasR$ 67 mil67,3%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892