Prof Munhoz O Kara da Moto

Foto de Armindo Albino Munhoz
Prof Munhoz O Kara da Moto
Armindo Albino Munhoz (nome civil)
12 eleições entre 1998 e 2020 · último partido AVANTE
78 anos em 2020 · Masculino · Ensino médio completo
Aposentado (exceto Servidor Público)

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Prof Munhoz O Kara da Moto (Armindo Albino Munhóz) disputou 12 eleições entre 1998 e 2020, para vereador, deputado estadual e deputado federal. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2006, para deputado federal por SP: 1.169 votos. Na campanha de 2018 para deputado estadual por SP, declarou R$ 103 em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 2 mil em 2016 (64% com serviços próprios prestados por terceiros) e R$ 225 em 2014.

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Evolução da votação nas eleições

65 votos em 2020 · 12 eleições

A votação de Armindo Albino Munhoz em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualVereadorDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 103 em receitas

Prof Munhoz O Kara da Moto declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: deputado federal por São Paulo em 2006 e 2010, vereador em São Paulo (SP) em 2008, 2012 e 2016, e deputado estadual por São Paulo em 2014 e 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 103 em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Em 2016, 64% dos R$ 2 mil em gastos contratados foram com serviços próprios prestados por terceiros; em 2014, 56% dos R$ 225 em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Gastos em 2016R$ 2 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas8de 2006 a 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Vereador, São Paulo (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
sem receitas declaradas
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2018Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 103
sem doações de pessoas
FEFC 100%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2016Vereador, São Paulo (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
sem doações de pessoas
Fundo Partidário 64% · partido e outras campanhas 36%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 1 mil63,6%
  • Materiais impressosR$ 72636,4%
Ver as 5 campanhas anteriores
2014Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 225
doações de pessoas
partido e outras campanhas 56% · pessoas 44%
Gasto contratado
R$ 225
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 12555,6%
  • Serviços de terceirosR$ 10044,4%
2012Vereador, São Paulo (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
5 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 95% · pessoas 5%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 2 mil83,6%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 1508,2%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 1498,2%
2010Deputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
8 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 88% · pessoas 9% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 501,7%
  • Outras 1 categoriaR$ 3 mil98,3%
2008Vereador, São Paulo (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 27 mil
4 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 98% · pessoas menos de 1% · próprios 1%
Gasto contratado
R$ 27 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 1 mil4,6%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 700,3%
  • Outras 1 categoriaR$ 26 mil95,2%
2006Deputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 640
doações de pessoas
partido e outras campanhas 86% · pessoas 14%
Gasto contratado
R$ 640
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 2 categoriasR$ 640100,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

12 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892