3 eleições entre 2008 e 2016 · último partido PSOL
71 anos em 2016 · Feminino · Superior completo
Aposentado (exceto Servidor Público)
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Lourdes (Maria de Lourdes Oliveira) disputou 3 eleições entre 2008 e 2016, para vereadora. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2008, para vereadora em São Paulo/SP: 273 votos. Na campanha de 2016 para vereadora em São Paulo/SP, declarou R$ 4 mil em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 4 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 900), criação e inclusão de páginas na internet (R$ 602) e serviços de terceiros (R$ 21). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 2 mil em 2012 (75% com publicidade por materiais impressos) e R$ 3 mil em 2008.
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Evolução da votação nas eleições
182 votos em 2016 · 3 eleições
A votação de Maria de Lourdes Oliveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 4 mil em receitas · R$ 4 mil em gastos contratados
Lourdes declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereadora em São Paulo (SP) em 2008, 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 4 mil em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 4 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 900) e criação e inclusão de páginas na internet (R$ 602). Em 2012, 75% dos R$ 2 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2008, 46% dos R$ 3 mil em gastos contratados foram com pessoal.
Receitas em 2016R$ 4 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 4 milcontratados
Gastos em 2012R$ 2 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 9% · pessoas 16% · próprios 75%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
PessoalR$ 1 mil45,8%
Materiais impressosR$ 1 mil32,4%
Materiais de expedienteR$ 2869,0%
Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 1023,2%
Outras 1 categoriaR$ 3009,5%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Vereador · 2016SUPLENTE182LSão Paulo, São Paulo · 71 anos · Branca · Superior completo · Aposentado (exceto Servidor Público) · PSOL · nº 50171 · ver resultado completo
Vereador · 2012SUPLENTE118LSão Paulo, São Paulo · 67 anos · Superior completo · Aposentado (exceto Servidor Público) · PPS · nº 23147 · ver resultado completo
Vereador · 2008273não eleitoLSão Paulo, São Paulo · 63 anos · Superior completo · Estudante, Bolsista, Estagiário e Assemelhados · PSOL · nº 50777 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.