Flávio D Urso

Foto de Luiz Flávio Filizzola D Urso
Flávio D Urso
Luiz Flávio Filizzola D Urso (nome civil)
2 eleições entre 2008 e 2014 · último partido PTB
27 anos em 2014 · Masculino · Superior completo
Advogado
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Flávio D Urso (Luiz Flávio Filizzola D Urso) disputou 2 eleições entre 2008 e 2014, para deputado estadual e vereador, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2008, para vereador em São Paulo/SP: 5.481 votos. Na campanha de 2014 para deputado estadual por SP, declarou R$ 145 mil em receitas: R$ 9 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 17 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 120 mil de empresas. Os gastos contratados somam R$ 145 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 68 mil), correspondências e despesas postais (R$ 35 mil) e serviços de terceiros (R$ 14 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 113 mil.

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Evolução da votação nas eleições

4.782 votos em 2014 · 2 eleições

A votação de Luiz Flávio Filizzola D Urso em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2014: R$ 145 mil em receitas · R$ 145 mil em gastos contratados

Flávio D Urso declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em São Paulo (SP) em 2008, e deputado estadual por São Paulo em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 145 mil em receitas: R$ 9 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 17 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 120 mil de empresas. Os gastos contratados somam R$ 145 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 68 mil) e correspondências e despesas postais (R$ 35 mil). Em 2008, R$ 113 mil em gastos contratados.

Receitas em 2014R$ 145 milcampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 145 milcontratados
Gastos em 2008R$ 113 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2014

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
2014Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 145 mil
4 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 6% · pessoas 11% · empresas 82%
Gasto contratado
R$ 145 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 68 mil47,1%
  • Correspondências e despesas postaisR$ 35 mil24,2%
  • Serviços de terceirosR$ 14 mil9,6%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 10 mil6,9%
  • Outras 9 categoriasR$ 18 mil12,2%
2008Vereador, São Paulo (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 113 mil
29 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 36% · pessoas 22% · empresas 42%
Gasto contratado
R$ 113 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Despesas postaisR$ 21 mil18,7%
  • Materiais impressosR$ 8 mil7,4%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 4 mil3,9%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 4 mil3,1%
  • Outras 5 categoriasR$ 76 mil66,9%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892