Marco Vegano

Foto de Marco Antonio Notari
Marco Vegano
Marco Antonio Notari (nome civil)
8 eleições entre 2006 e 2020 · último partido MDB
55 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Advogado
redes informadas ao TSE

Marco Vegano (Marco Antonio Notari) disputou 8 eleições entre 2006 e 2020, para vereador e deputado federal, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2010, para deputado federal por SP: 4.892 votos. Na campanha de 2020 para vereador em São Paulo/SP, declarou R$ 6 mil em receitas, de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 6 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 14 mil em 2018 (93% com publicidade por jornais e revistas) e R$ 14 mil em 2016.

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Evolução da votação nas eleições

110 votos em 2020 · 8 eleições

A votação de Marco Antonio Notari em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalVereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 6 mil em receitas · R$ 6 mil em gastos

Marco Vegano declarou receitas e gastos ao TSE em 8 campanhas: deputado federal por São Paulo em 2006, 2010, 2014 e 2018, e vereador em São Paulo (SP) em 2008, 2012, 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 6 mil em receitas, de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 6 mil). Em 2018, 93% dos R$ 14 mil em gastos foram com publicidade por jornais e revistas; em 2016, R$ 14 mil em gastos contratados.

Receitas em 2020R$ 6 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 6 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 14 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas8de 2006 a 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Vereador, São Paulo (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 6 mil
doações de pessoas
pessoas 100%
Gasto contratado
R$ 6 mil
tudo pago (100%)
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 6 mil100,0%
2018Deputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 20 mil
doações de pessoas
FEFC 50% · partido e outras campanhas 30% · pessoas 20%
Gasto contratado
R$ 14 mil
tudo pago (100%)
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 13 mil92,7%
  • PessoalR$ 9206,6%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 880,6%
2016Vereador, São Paulo (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 14 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 53% · pessoas 47%
Gasto contratado
R$ 14 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 5 mil36,9%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 5 mil35,6%
  • Materiais impressosR$ 4 mil27,3%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 290,2%
Ver as 5 campanhas anteriores
2014Deputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 12 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 95% · pessoas 2% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 12 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 6 mil51,3%
  • Materiais de expedienteR$ 2 mil17,0%
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil15,6%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 1 mil12,1%
  • Outras 1 categoriaR$ 4804,0%
2012Vereador, São Paulo (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 81% · pessoas 12% · empresas 7%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 2 mil60,8%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 1 mil39,2%
2010Deputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 10 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 10 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 10 mil100,0%
2008Vereador, São Paulo (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 9 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 51% · pessoas 21% · próprios 28%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 3 mil100,0%
2006Deputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 7 mil
13 doadores pessoas físicas
pessoas 65% · empresas 34% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 7 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 96013,1%
  • Outras 2 categoriasR$ 6 mil86,9%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

8 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892