- Impulsionamento de conteúdosR$ 480 mil41,3%
- Materiais impressosR$ 462 mil39,7%
- PessoalR$ 76 mil6,5%
- Serviços de terceirosR$ 51 mil4,4%
- Outras 6 categoriasR$ 95 mil8,2%
Carlos Bezerra Jr. (PSD) foi eleito deputado federal por São Paulo em 2026, com 89.414 votos, pelo resultado oficial do TSE. Carlos Bezerra Jr. (Carlos Alberto de Quadros Bezerra Júnior) disputou 10 eleições entre 2000 e 2026, para deputado federal, vereador e deputado estadual. Ele foi eleito 7 vezes: deputado federal em 2026; vereador de São Paulo em 2020, 2008, 2004 e 2000; deputado estadual em 2014 e 2010. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por SP: 125.290 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por SP, declarou R$ 2 milhões em receitas: R$ 480 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1 milhão do Fundo Partidário, R$ 212 mil de outros recursos do partido e R$ 291 mil de doações privadas (53 doadores). Os gastos contratados somam R$ 1,2 milhão, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 480 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 462 mil) e pessoal (R$ 76 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 900 mil em 2024 (42% com publicidade por materiais impressos) e R$ 313 mil em 2020.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Carlos Alberto de Quadros Bezerra Júnior em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Carlos Bezerra Jr. declarou receitas e gastos ao TSE em 8 campanhas: deputado federal por São Paulo em 2006, 2018 e 2026, vereador em São Paulo (SP) em 2008, 2020 e 2024, e deputado estadual por São Paulo em 2010 e 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 2 milhões em receitas: R$ 480 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1 milhão do Fundo Partidário, R$ 212 mil de outros recursos do partido e R$ 291 mil de doações privadas (53 doadores). Os gastos contratados somam R$ 1,2 milhão, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 480 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 462 mil); R$ 1,1 milhão já foram pagos. Em 2024, 42% dos R$ 900 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2020, R$ 313 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.