Caju

Foto de Ricardo Alves da Silva
Caju
Ricardo Alves da Silva (nome civil)
2 eleições entre 2008 e 2010 · último partido PC do B
33 anos em 2010 · Masculino · Ensino fundamental completo
Músico
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Caju (Ricardo Alves da Silva) disputou 2 eleições entre 2008 e 2010, para deputado estadual e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2008, para vereador em São Paulo/SP: 15.039 votos. Na campanha de 2010 para deputado estadual por SP, declarou R$ 83 mil em receitas: R$ 47 mil de outras campanhas, R$ 23 mil de doações privadas (11 doadores), R$ 510 de empresas e R$ 13 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 83 mil, principalmente com pessoal (R$ 23 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 9 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 3 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 145 mil.

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Evolução da votação nas eleições

6.965 votos em 2010 · 2 eleições

A votação de Ricardo Alves da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2010: R$ 83 mil em receitas · R$ 83 mil em gastos contratados

Caju declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em São Paulo (SP) em 2008, e deputado estadual por São Paulo em 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 83 mil em receitas: R$ 47 mil de outras campanhas, R$ 23 mil de doações privadas (11 doadores), R$ 510 de empresas e R$ 13 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 83 mil, principalmente com pessoal (R$ 23 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 9 mil). Em 2008, R$ 145 mil em gastos contratados.

Receitas em 2010R$ 83 milcampanha encerrada
Gastos em 2010R$ 83 milcontratados
Gastos em 2008R$ 145 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2010

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2010Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 83 mil
11 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 57% · pessoas 27% · empresas menos de 1% · próprios 16%
Gasto contratado
R$ 83 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 23 mil27,4%
  • Materiais impressosR$ 9 mil10,8%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 3 mil3,9%
  • AlimentaçãoR$ 6280,8%
  • Outras 4 categoriasR$ 48 mil57,2%
2008Vereador, São Paulo (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 145 mil
22 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 55% · pessoas 34% · empresas 5% · próprios 6%
Gasto contratado
R$ 145 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 47 mil32,5%
  • Materiais impressosR$ 12 mil8,1%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 11 mil7,2%
  • Publicidade por carros de somR$ 3 mil2,3%
  • Outras 6 categoriasR$ 72 mil49,8%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892