Beto Siqueira Jr

Foto de João Roberto de Siqueira
Beto Siqueira Jr
João Roberto de Siqueira (nome civil)
9 eleições entre 2004 e 2022 · último partido PP
62 anos em 2022 · Masculino · Superior completo
Servidor Público Municipal
redes informadas ao TSE

Beto Siqueira Jr (João Roberto de Siqueira) disputou 9 eleições entre 2004 e 2022, para deputado estadual, vereador e deputado federal, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputado estadual por SP: 766 votos. Na campanha de 2020 para vereador em São Paulo/SP, declarou R$ 12 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 10 mil, principalmente com pessoal (R$ 10 mil) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 11). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 4 mil em 2016 (54% com publicidade por adesivos) e R$ 4 mil em 2014.

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Evolução da votação nas eleições

287 votos em 2022 · 9 eleições

A votação de João Roberto de Siqueira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalVereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 12 mil em receitas · R$ 10 mil em gastos

Beto Siqueira Jr declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: deputado federal por São Paulo em 2006 e 2014, vereador em São Paulo (SP) em 2008, 2016 e 2020, e deputado estadual por São Paulo em 2010 e 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 12 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 10 mil, principalmente com pessoal (R$ 10 mil) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 11). Em 2016, 54% dos R$ 4 mil em gastos contratados foram com publicidade por adesivos; em 2014, R$ 4 mil em gastos contratados.

Gastos em 2020R$ 10 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas8de 2006 a 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2022Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
sem receitas declaradas
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2020Vereador, São Paulo (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 12 mil
sem doações de pessoas
FEFC 100%
Gasto contratado
R$ 10 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 10 mil99,9%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 110,1%
2018Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 6 mil
sem doações de pessoas
Fundo Partidário 100%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
Ver as 5 campanhas anteriores
2016Vereador, São Paulo (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
sem doações de pessoas
Fundo Partidário 100%
Gasto contratado
R$ 4 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por adesivosR$ 2 mil54,4%
  • Materiais impressosR$ 2 mil45,6%
2014Deputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 4% · pessoas 56% · próprios 40%
Gasto contratado
R$ 4 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 1 mil27,9%
  • Serviços de terceirosR$ 1 mil27,9%
  • Materiais impressosR$ 86524,1%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 3008,4%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 398 lançados como "diversas a especificar"R$ 41811,7%
2010Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 10 mil
sem doações de pessoas
Fundo Partidário 25% · partido e outras campanhas 72% · empresas 1% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 10 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Locação de imóveisR$ 7507,4%
  • PessoalR$ 7507,4%
  • Transporte ou deslocamentoR$ 6005,9%
  • Despesas postaisR$ 3613,6%
  • Outras 3 categoriasR$ 8 mil75,8%
2008Vereador, São Paulo (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 9 mil
10 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 60% · pessoas 16% · empresas menos de 1% · próprios 24%
Gasto contratado
R$ 9 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 92010,5%
  • Locação de imóveisR$ 3554,1%
  • TelefoneR$ 1671,9%
  • Transporte ou deslocamentoR$ 700,8%
  • Outras 4 categoriasR$ 7 mil82,7%
2006Deputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
11 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 26% · pessoas 39% · empresas 14% · próprios 20%
Gasto contratado
R$ 4 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 48511,2%
  • Outras 4 categoriasR$ 4 mil88,8%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

9 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892