Alemão da Saúde

Foto de Claudemir Sereno
Alemão da Saúde
Claudemir Sereno (nome civil)
3 eleições entre 2008 e 2014 · último partido PATRIOTA
51 anos em 2014 · Masculino · Superior completo
Representante Comercial

Alemão da Saúde (Claudemir Sereno) disputou 3 eleições entre 2008 e 2014, para deputado federal e vereador, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2010, para deputado federal por SP: 4.686 votos. Na campanha de 2014 para deputado federal por SP, declarou R$ 290 em receitas, de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 290, principalmente com serviços de terceiros (R$ 290). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 7 mil em 2010 e R$ 14 mil em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

661 votos em 2014 · 3 eleições

A votação de Claudemir Sereno em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2014: R$ 290 em receitas · R$ 290 em gastos contratados

Alemão da Saúde declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em São Paulo (SP) em 2008, e deputado federal por São Paulo em 2010 e 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 290 em receitas, de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 290, principalmente com serviços de terceiros (R$ 290). Em 2010, R$ 7 mil em gastos contratados; em 2008, R$ 14 mil em gastos contratados.

Receitas em 2014R$ 290campanha encerrada
Gastos em 2014R$ 290contratados
Gastos em 2010R$ 7 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32008, 2010 e 2014

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2014Deputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 290
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 290
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 290100,0%
2010Deputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 7 mil
5 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 73% · pessoas 22% · próprios 5%
Gasto contratado
R$ 7 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 2 mil26,8%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 140,2%
  • Outras 1 categoriaR$ 5 mil73,0%
2008Vereador, São Paulo (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 14 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 26% · pessoas 14% · empresas 50% · próprios 9%
Gasto contratado
R$ 14 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 2 mil14,7%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1050,7%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 840,6%
  • Outras 1 categoriaR$ 12 mil84,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892