Airton Lopes (Airton Lopes de Souza) disputou 6 eleições entre 2004 e 2020, para vereador e deputado estadual, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2012, para vereador em São Paulo/SP: 5.963 votos. Na campanha de 2020 para vereador em São Paulo/SP, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 2 mil de outras campanhas e R$ 1 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 750) e publicidade por materiais impressos (R$ 500). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 16 mil em 2016 e R$ 30 mil em 2012.
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Evolução da votação nas eleições
1.452 votos em 2020 · 6 eleições
A votação de Airton Lopes de Souza em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 3 mil em receitas · R$ 1 mil em gastos
Airton Lopes declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por São Paulo em 2006, e vereador em São Paulo (SP) em 2008, 2012, 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 2 mil de outras campanhas e R$ 1 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 750) e publicidade por materiais impressos (R$ 500). Em 2016, R$ 16 mil em gastos contratados; em 2012, 49% dos R$ 30 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros.
Receitas em 2020R$ 3 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 1 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 16 milcontratados, campanha encerrada
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Vereador · 2020SUPLENTE1.452LSão Paulo, São Paulo · 51 anos · Branca · Superior completo · Administrador · PSL · nº 17111 · ver resultado completoprestação de contas
Vereador · 2016SUPLENTE4.821LSão Paulo, São Paulo · 47 anos · Branca · Ensino médio completo · Auxiliar de Escritório e Assemelhados · PMDB · nº 15111 · ver resultado completo
Vereador · 2012SUPLENTE5.963LSão Paulo, São Paulo · 43 anos · Ensino médio completo · Auxiliar de Escritório e Assemelhados · PMDB · nº 15111 · ver resultado completo
Vereador · 2008SUPLENTE3.731LSão Paulo, São Paulo · 39 anos · Ensino médio completo · Auxiliar de Escritório e Assemelhados · PMDB · nº 15015 · ver resultado completo
Deputado Estadual · 2006SUPLENTE3.754GSP · 37 anos · Ensino médio completo · Auxiliar de Escritório e Assemelhados · PMDB · nº 15115 · ver resultado completoprestação de contas
Vereador · 2004SUPLENTE4.667LSão Paulo, São Paulo · 35 anos · Ensino médio completo · Auxiliar de Escritorio e Assemelhados · PMDB · nº 15015 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.