Paulo Salim Maluf

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Paulo Salim Maluf
12 eleições entre 1982 e 2014 · último partido PP
83 anos em 2014 · Masculino · Superior completo
Engenheiro
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Paulo Maluf (Paulo Salim Maluf) disputou 12 eleições entre 1982 e 2014, para deputado federal, prefeito, governador e presidente. Ele foi eleito 4 vezes: deputado federal em 2014, 2010, 2006 e 1982. A maior votação foi em 1998, para governador por SP: 7.900.598 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 39,4 milhões empenhados em 38 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2018, para 51 municípios; 96% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2014 para deputado federal por SP, declarou R$ 1,2 milhão em receitas: R$ 1,1 milhão de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 2 mil de doações privadas, R$ 84 mil de empresas e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,2 milhão, principalmente com serviços de terceiros (R$ 790 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 91 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 34 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 803 mil em 2010 e R$ 1,3 milhão em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

250.296 votos em 2014 (eleito) · 12 eleições

A votação de Paulo Salim Maluf em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalGovernadorPresidentePrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2014: R$ 1,2 milhão em receitas · R$ 1,2 milhão em gastos contratados

Paulo Maluf declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado federal por São Paulo em 2006, 2010 e 2014, e prefeito em São Paulo (SP) em 2008. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 1,2 milhão em receitas: R$ 1,1 milhão de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 2 mil de doações privadas, R$ 84 mil de empresas e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,2 milhão, principalmente com serviços de terceiros (R$ 790 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 91 mil). Em 2010, R$ 803 mil em gastos contratados; em 2008, 65% dos R$ 1,3 milhão em gastos contratados foram com baixa de recursos estimáveis em dinheiro.

Receitas em 2014R$ 1,2 milhãocampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 1,2 milhãocontratados
Gastos em 2010R$ 803 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas42006, 2008, 2010 e 2014

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2014Deputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,2 milhão
doações de pessoas
partido e outras campanhas 92% · pessoas menos de 1% · empresas 7% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 1,2 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 790 mil67,2%
  • Materiais impressosR$ 34 mil2,9%
  • PessoalR$ 18 mil1,5%
  • Materiais impressosR$ 4 mil0,3%
  • Locação de imóveisR$ 2 mil0,2%
  • Outras 13 categoriasinclui R$ 120 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 328 mil27,9%
2010Deputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 803 mil
5 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 80% · pessoas 9% · empresas 11%
Gasto contratado
R$ 803 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 173 mil21,5%
  • Serviços de terceirosR$ 112 mil13,9%
  • Materiais impressosR$ 93 mil11,6%
  • Locação de imóveisR$ 15 mil1,9%
  • Outras 19 categoriasinclui R$ 11 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 411 mil51,1%
2008Prefeito, São Paulo (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,3 milhão
12 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 99% · pessoas menos de 1% · empresas menos de 1%
Gasto contratado
R$ 1,3 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 167 mil12,8%
  • PessoalR$ 81 mil6,1%
  • Serviços de terceirosR$ 27 mil2,0%
  • Outras 15 categoriasinclui R$ 30 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 1 milhão79,1%
Ver a campanha anterior
2006Deputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 820 mil
8 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 1% · pessoas 2% · empresas 96% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 820 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 250 mil30,5%
  • Materiais impressosR$ 237 mil28,9%
  • PessoalR$ 12 mil1,5%
  • Locação de imóveisR$ 750menos de 0,1%
  • Outras 19 categoriasR$ 320 mil39,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Emendas parlamentares

R$ 39,4 milhões empenhados · 96% pago · 38 emendas em 51 municípios

Câmara dos Deputados. Informativo, a partir de dados públicos oficiais1 · resumo e análise gerados com IA2 · dados atualizados em 28/09/20263

Na Câmara dos Deputados, Paulo Maluf teve R$ 39,4 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 38 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2018 (legislatura 2015 a 2018), para 51 municípios. Já foram pagos R$ 37,6 milhões (96%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (68%). As cidades que mais receberam foram São Paulo, Piracicaba e Araraquara.2

EmpenhadoR$ 39,4 milhõesorçamentos de 2016 a 2018
PagoR$ 37,6 milhões96% do empenhado, com restos a pagar
Emendas38individuais
Municípios51diferentes
Por ano do orçamento
OrçamentoEmpenhadoPago% pagoEmendasMunicípios
2018R$ 14,6 milhõesR$ 13,9 milhões95%919
2017R$ 11,5 milhõesR$ 11,2 milhões97%1219
2016R$ 12,8 milhõesR$ 11,9 milhões93%1637
TotalR$ 38,9 milhõesR$ 37 milhões95%3751

Funções que mais receberam

  1. 1SaúdeR$ 27 milhões68,4%
  2. 2UrbanismoR$ 10 milhões25,5%
  3. 3Desporto e LazerR$ 1,1 milhão2,8%

Municípios que mais receberam

  1. 1São PauloR$ 5,7 milhões14,5%
  2. 2PiracicabaR$ 934 mil2,4%
  3. 3AraraquaraR$ 835 mil2,1%

Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.

Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›

  1. 1

    Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩

  2. 2

    Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩

  3. 3

    Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 28/09/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩

Candidaturas

12 candidaturas · eleito em 2006, 2010 e 2014

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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