Geraldo José Rodrigues Alckmin Filho

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Geraldo José Rodrigues Alckmin Filho
14 eleições entre 1982 e 2026 · último partido PSB
74 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Médico
redes informadas ao TSE
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Geraldo Alckmin (Geraldo José Rodrigues Alckmin Filho) disputou 13 eleições entre 1982 e 2022, para vice-presidente, presidente, governador, prefeito, vice-governador, deputado federal e deputado estadual. Ele foi eleito 9 vezes: vice-presidente em 2022; governador em 2014, 2010 e 2002; vice-governador em 1998 e 1994; deputado federal em 1990 e 1986; deputado estadual em 1982. A maior votação foi em 2006, para presidente: 39.968.369 votos. Em 2026, concorre a vice-presidente pelo PSB. Na campanha de 2018 para presidente, declarou R$ 54,1 milhões em receitas: R$ 49,6 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 2,9 milhões do Fundo Partidário, R$ 1,3 milhão de outros recursos do partido e R$ 299 mil de doações privadas (21 doadores e uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 53,4 milhões, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 15,2 milhões), publicidade por materiais impressos (R$ 7,3 milhões) e transporte ou deslocamento (R$ 3,3 milhões). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 40,4 milhões em 2014 (66% com baixa de estimaveis - produção de programas de rádio, televisão ou vídeo) e R$ 34,2 milhões em 2010.

Vice-Presidente · 2022
60.345.999
votos · BR · vice não recebe voto nominal
ELEITO2º TURNO
Mandato até 2026
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

5.096.350 votos em 2018 · 14 eleições · 2026 em disputa

A votação de Geraldo José Rodrigues Alckmin Filho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualDep. FederalGovernadorPrefeitoPresidentevotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 54,1 milhões em receitas · R$ 53,4 milhões em gastos

Geraldo Alckmin declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: presidente em 2006 e 2018, prefeito em São Paulo (SP) em 2008, e governador por São Paulo em 2010 e 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 54,1 milhões em receitas: R$ 49,6 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 2,9 milhões do Fundo Partidário, R$ 1,3 milhão de outros recursos do partido e R$ 299 mil de doações privadas (21 doadores e uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 53,4 milhões, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 15,2 milhões) e publicidade por materiais impressos (R$ 7,3 milhões). Em 2014, 66% dos R$ 40,4 milhões em gastos contratados foram com baixa de estimaveis - produção de programas de rádio, televisão ou vídeo; em 2010, 97% dos R$ 34,2 milhões em gastos contratados foram com baixa de recursos estimáveis em dinheiro.

Receitas em 2018R$ 54,1 milhõescampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 53,4 milhõescampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 40,4 milhõescontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2006 a 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
Arrecadado
R$ 54,1 milhões
21 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
FEFC 92% · Fundo Partidário 5% · partido 2% · pessoas menos de 1%
Gasto contratado
R$ 53,4 milhões
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 7,3 milhões13,7%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 2,2 milhões4,1%
  • Serviços de terceirosR$ 1,5 milhão2,8%
  • PessoalR$ 232 mil0,4%
  • Locação de imóveisR$ 52 milmenos de 0,1%
  • Outras 18 categoriasinclui R$ 19,4 milhões doados a outros candidatos e partidosR$ 42,1 milhões78,8%
2014Governador, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 40,4 milhões
doações de pessoas
partido e outras campanhas 97% · pessoas menos de 1% · empresas 3%
Gasto contratado
R$ 40,4 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 8,8 milhões21,9%
  • Materiais impressosR$ 1,9 milhão4,7%
  • Serviços de terceirosR$ 935 mil2,3%
  • Locação de imóveisR$ 38 milmenos de 0,1%
  • Outras 19 categoriasR$ 28,7 milhões71,0%
2010Governador, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 34,2 milhões
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 97% · empresas 3%
Gasto contratado
R$ 34,2 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 3 categoriasR$ 34,2 milhões100,0%
Ver as 2 campanhas anteriores
2008Prefeito, São Paulo (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 16,4 milhões
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 98% · empresas 2%
Gasto contratado
R$ 16,4 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 3 categoriasR$ 16,4 milhões100,0%
Arrecadado
R$ 79,2 milhões
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 79,2 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 79,2 milhões100,0%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

14 candidaturas · eleito em 2010, 2014 e 2022 · em disputa em 2026

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885