- Militância e mobilização de ruaR$ 896 mil45,2%
- PessoalR$ 419 mil21,1%
- Serviços advocatíciosR$ 200 mil10,1%
- Materiais impressosR$ 148 mil7,5%
- Outras 10 categoriasR$ 318 mil16,0%
Eduardo Cury (Eduardo Pedrosa Cury) disputou 6 eleições entre 2004 e 2024, para prefeito e deputado federal. Ele foi eleito 4 vezes: deputado federal em 2018 e 2014; prefeito de São José dos Campos em 2008 e 2004. A maior votação foi em 2008, para prefeito em São José dos Campos/SP: 187.930 votos. Em 2026, concorre a deputado federal por SP pelo PL. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 128 milhões empenhados em 114 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2023, para 94 municípios; 95% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para deputado federal por SP, declarou R$ 3,1 milhões em receitas: R$ 1,5 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1,4 milhão do Fundo Partidário, R$ 64 mil de outros recursos do partido, R$ 77 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 milhões, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 896 mil), pessoal (R$ 419 mil) e serviços advocatícios (R$ 200 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 2,9 milhões em 2024 e R$ 1,9 milhão em 2022.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Eduardo Pedrosa Cury em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Eduardo Cury declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: prefeito em São José dos Campos (SP) em 2008 e 2024, e deputado federal por São Paulo em 2014, 2018, 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 3,1 milhões em receitas: R$ 1,5 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1,4 milhão do Fundo Partidário, R$ 64 mil de outros recursos do partido, R$ 77 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 milhões, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 896 mil) e pessoal (R$ 419 mil); R$ 1,1 milhão já foram pagos. Em 2024, R$ 2,9 milhões em gastos; em 2022, 71% dos R$ 1,9 milhão em gastos foram com serviços de terceiros. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Eduardo Cury teve R$ 128 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 114 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2023, para 94 municípios. Já foram pagos R$ 122,1 milhões (95%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu na legislatura 2019 a 2022 foi Saúde (52%). As cidades que mais receberam na legislatura 2019 a 2022 foram São José dos Campos, Jacareí e Guaratinguetá. Por legislatura: na legislatura 2019 a 2022, R$ 79 milhões em 60 emendas; na legislatura 2015 a 2018, R$ 48,9 milhões em 54 emendas.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2023 | R$ 29,1 milhões | R$ 27,5 milhões | 94% | 11 | 18 |
| 2022 | R$ 17,7 milhões | R$ 17,6 milhões | 99% | 13 | 35 |
| 2021 | R$ 15,8 milhões | R$ 15,6 milhões | 98% | 15 | 45 |
| 2020 | R$ 15,9 milhões | R$ 15,9 milhões | 99% | 20 | 24 |
| Legislatura 2019 a 2022 | R$ 78,5 milhões | R$ 76,6 milhões | 98% | 59 | 83 |
Funções que mais receberam (2019 a 2022)
Municípios que mais receberam (2019 a 2022)
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 28/09/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.