- Serviços de terceirosR$ 108 mil26,4%
- Materiais impressosR$ 100 mil24,6%
- Publicidade por adesivosR$ 51 mil12,4%
- Publicidade por jornais e revistasR$ 41 mil10,0%
- Outras 11 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 108 mil26,6%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Kiko (Adler Alfredo Jardim Teixeira) disputou 7 eleições entre 1996 e 2020, para prefeito, deputado federal e vereador. Ele foi eleito 5 vezes: prefeito de Ribeirão Pires em 2016; prefeito de Rio Grande da Serra em 2008 e 2004; vereador de Rio Grande da Serra em 2000 e 1996. A maior votação foi em 2014, para deputado federal por SP: 31.720 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Ribeirão Pires/SP, declarou R$ 408 mil em receitas: R$ 180 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 77 mil do Fundo Partidário, R$ 89 mil de doações privadas (12 doadores) e R$ 62 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 408 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 108 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 100 mil) e publicidade por adesivos (R$ 51 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 321 mil em 2016 e R$ 220 mil em 2014.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Adler Alfredo Jardim Teixeira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Kiko declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: prefeito em Rio Grande da Serra (SP) em 2008, deputado federal por São Paulo em 2014, e prefeito em Ribeirão Pires (SP) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 408 mil em receitas: R$ 180 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 77 mil do Fundo Partidário, R$ 89 mil de doações privadas (12 doadores) e R$ 62 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 408 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 108 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 100 mil). Em 2016, R$ 321 mil em gastos contratados; em 2014, 41% dos R$ 220 mil em gastos contratados foram com pessoal.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.