- PessoalR$ 243 mil54,3%
- Materiais impressosR$ 63 mil14,0%
- Materiais impressosR$ 22 mil5,0%
- Locação de imóveisR$ 17 mil3,7%
- Outras 17 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 103 mil23,0%
Welson Gasparini disputou 7 eleições entre 1994 e 2014, para deputado estadual, prefeito e deputado federal. Ele foi eleito 3 vezes: deputado estadual em 2014; prefeito de Ribeirão Preto em 2004; deputado federal em 1994. A maior votação foi em 2004, para prefeito em Ribeirão Preto/SP: 158.032 votos. Na campanha de 2014 para deputado estadual por SP, declarou R$ 447 mil em receitas: R$ 40 mil de outras campanhas, R$ 82 mil de doações privadas (12 doadores), R$ 315 mil de empresas e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 447 mil, principalmente com pessoal (R$ 243 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 63 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 22 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 506 mil em 2010 (41% com pessoal) e R$ 1 milhão em 2008.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Welson Gasparini em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Welson Gasparini declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeito em Ribeirão Preto (SP) em 2008, e deputado estadual por São Paulo em 2010 e 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 447 mil em receitas: R$ 40 mil de outras campanhas, R$ 82 mil de doações privadas (12 doadores), R$ 315 mil de empresas e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 447 mil, principalmente com pessoal (R$ 243 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 63 mil). Em 2010, 41% dos R$ 506 mil em gastos contratados foram com pessoal; em 2008, 44% dos R$ 1 milhão em gastos contratados foram com serviços de terceiros.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.