- Materiais impressosR$ 149 mil15,4%
- PessoalR$ 116 mil12,0%
- Locação de imóveisR$ 21 mil2,2%
- Outras 18 categoriasinclui R$ 14 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 679 mil70,4%
Sabino (Feres Sabino) disputou 1 eleição, em 2008, para prefeito em Ribeirão Preto/SP, com 23.839 votos. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2008 para prefeito em Ribeirão Preto/SP, declarou R$ 965 mil em receitas: R$ 740 mil de outros recursos do partido, R$ 8 mil de doações privadas (5 doadores), R$ 191 mil de empresas, R$ 16 mil de recursos próprios e R$ 10 mil de outras origens. Os gastos contratados somam R$ 965 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 514 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 149 mil) e pessoal (R$ 116 mil).
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Sabino declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Ribeirão Preto (SP) em 2008. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 965 mil em receitas: R$ 740 mil de outros recursos do partido, R$ 8 mil de doações privadas (5 doadores), R$ 191 mil de empresas, R$ 16 mil de recursos próprios e R$ 10 mil de outras origens. Os gastos contratados somam R$ 965 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 514 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 149 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2024), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.