Rafael Silva (Rafael Antônio da Silva) disputou 11 eleições entre 1994 e 2022, para deputado estadual e prefeito. Ele foi eleito 7 vezes: deputado estadual em 2022, 2018, 2014, 2010, 2006, 2002 e 1998. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por SP: 121.271 votos. Na Assembleia Legislativa de São Paulo, indicou R$ 117,4 milhões em 392 emendas estaduais aos orçamentos de 2023 a 2026, para 60 municípios; 62% desse valor já foi pago. Na campanha de 2022 para deputado estadual por SP, declarou R$ 888 mil em receitas: R$ 710 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 130 mil de outras campanhas, R$ 29 mil de doações privadas (11 doadores) e R$ 18 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 871 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 246 mil), pessoal (R$ 201 mil) e pesquisas ou testes eleitorais (R$ 130 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 269 mil em 2018 e R$ 187 mil em 2014.
4 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.
1
Evolução da votação nas eleições
118.182 votos em 2022 (eleito) · 11 eleições
A votação de Rafael Antonio da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
2
Financiamento das campanhas
2022: R$ 888 mil em receitas · R$ 871 mil em gastos
Rafael Silva declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputado estadual por São Paulo em 2006, 2010, 2014, 2018 e 2022, e prefeito em Ribeirão Preto (SP) em 2008. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 888 mil em receitas: R$ 710 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 130 mil de outras campanhas, R$ 29 mil de doações privadas (11 doadores) e R$ 18 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 871 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 246 mil) e pessoal (R$ 201 mil). Em 2018, R$ 269 mil em gastos; em 2014, R$ 187 mil em gastos contratados.
Receitas em 2022R$ 888 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 871 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 269 milcampanha encerrada; tudo pago
Outras 16 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 87 mil54,8%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
R$ 117,4 milhões indicados · 62% pago · 392 emendas em 60 municípios
Assembleia Legislativa de São Paulo. Informativo, a partir de dados públicos oficiais1 · resumo e análise gerados com IA2 · coleta em set/20263 · números estaduais aproximados4
Na Assembleia Legislativa de São Paulo, Rafael Silva indicou R$ 117,4 milhões em 392 emendas estaduais aos orçamentos de 2023 a 2026, para 60 municípios. Até a coleta de set/2026 na fonte, 62% desse valor estava pago. O órgão que mais recebeu na legislatura 2023 a 2026 foi Saúde (54%). As cidades que mais receberam na legislatura 2023 a 2026 foram Ribeirão Preto, Serrana e Cajuru. Por legislatura: na legislatura 2023 a 2026, R$ 107 milhões em 347 emendas; na legislatura 2019 a 2022, R$ 10,4 milhões em 45 emendas.2
IndicadoR$ 117,4 milhõesorçamentos de 2023 a 2026
PagoR$ 72,8 milhões62% do indicado
Emendas392estaduais
Municípios60diferentes
Por ano do orçamento (legislatura 2023 a 2026)
Orçamento
Indicado
Pago
% pago
Emendas
Municípios
2026
R$ 33,1 milhões
R$ 7,5 milhões
23%
180
50
2025
R$ 32,1 milhões
R$ 28,7 milhões
89%
83
38
2024
R$ 30,8 milhões
R$ 18,8 milhões
61%
59
27
2023
R$ 11 milhões
R$ 8,4 milhões
76%
25
18
Legislatura 2023 a 2026
R$ 107 milhões
R$ 63,5 milhões
59%
347
58
Órgãos que mais receberam (2023 a 2026)
1SaúdeR$ 57,3 milhões53,5%
2SgriR$ 19,7 milhões18,4%
3Desenv. SocialR$ 14,2 milhões13,3%
Municípios que mais receberam (2023 a 2026)
1Ribeirão PretoR$ 33,7 milhões31,5%
2SerranaR$ 5,4 milhões5,0%
3CajuruR$ 5,4 milhões5,0%
Fonte: painel de emendas parlamentares do Governo do Estado de São Paulo, organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Ficam fora do total as emendas impedidas e as de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só. "Pago" é o estágio atual de cada emenda na fonte.
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o painel de emendas do Governo do Estado de São Paulo (SGRI-SP) e a Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
2
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
3
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Coleta na fonte em set/2026. ↩
4
Sobre os dados estaduais. Cada estado publica as emendas parlamentares em formato próprio, com nível de detalhe e prazo de publicação diferentes. Por isso pode haver emenda sem município identificado, valor remanejado para outra finalidade e pagamento que só aparece na fonte algum tempo depois. Os números estaduais desta ficha são uma aproximação: antes de qualquer uso oficial, confira no painel de emendas do Governo do Estado de São Paulo (SGRI-SP) e a Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). ↩
4
Candidaturas
11 candidaturas · eleito em 2014, 2018 e 2022
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Deputado Estadual · 2022ELEITO118.182GSP · 77 anos · Branca · Superior completo · Deputado · PSD · nº 55123 · ver resultado completoprestação de contasAssembleia Legislativa
Deputado Estadual · 2018ELEITO71.992GSP · 73 anos · Branca · Superior completo · Deputado · PSB · nº 40500 · ver resultado completo
Deputado Estadual · 2006ELEITO68.092GSP · 61 anos · Superior incompleto · Deputado · PDT · nº 12345 · ver resultado completoprestação de contasAssembleia Legislativa
Prefeito · 2004NÃO ELEITO24.775LRibeirão Preto, São Paulo · 59 anos · Superior incompleto · Senador, Deputado e Vereador · PL · nº 22 · ver resultado completo
Deputado Estadual · 2002ELEITO62.498GSP · 57 anos · Superior incompleto · Senador, Deputado e Vereador · PSB · nº 40123 · ver resultado completoAssembleia Legislativa
Deputado Estadual · 1998ELEITO30.175GSP · 53 anos · Superior incompleto · Membros do Poder Legislativo: Senador, Deputados e Vereador · PDT · nº 12123 · ver resultado completo
Prefeito · 1996NÃO ELEITO7.390LRibeirão Preto, São Paulo · 51 anos · Dado Inexistente · PDT · nº 12 · ver resultado completo
Deputado Estadual · 1994SUPLENTE16.626GSP · 49 anos · Superior incompleto · PDT · nº 12201 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.