Daniel Ribeiro Lobo

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Daniel Ribeiro Lobo
4 eleições entre 2000 e 2010 · PTB
34 anos em 2010 · Masculino · Superior completo
Engenheiro
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Daniel Lobo (Daniel Ribeiro Lobo) disputou 4 eleições entre 2000 e 2010, para deputado estadual, prefeito e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2008, para prefeito em Ribeirão Preto/SP: 1.280 votos. Na campanha de 2010 para deputado estadual por SP, declarou R$ 11 mil em receitas: R$ 6 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 3 mil de doações privadas, R$ 1 mil de empresas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 11 mil, principalmente com baixa de recursos estimáveis em dinheiro (R$ 6 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 1 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 10 mil, 74% com serviços de terceiros.

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Evolução da votação nas eleições

574 votos em 2010 · 4 eleições

A votação de Daniel Ribeiro Lobo em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitoDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2010: R$ 11 mil em receitas · R$ 11 mil em gastos contratados

Daniel Lobo declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Ribeirão Preto (SP) em 2008, e deputado estadual por São Paulo em 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 11 mil em receitas: R$ 6 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 3 mil de doações privadas, R$ 1 mil de empresas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 11 mil, principalmente com baixa de recursos estimáveis em dinheiro (R$ 6 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil). Em 2008, 74% dos R$ 10 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros.

Receitas em 2010R$ 11 milcampanha encerrada
Gastos em 2010R$ 11 milcontratados
Gastos em 2008R$ 10 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2010

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2010Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 11 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 49% · pessoas 27% · empresas 9% · próprios 15%
Gasto contratado
R$ 11 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 2 mil15,0%
  • Serviços de terceirosR$ 8967,9%
  • Outras 4 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 9 mil77,0%
2008Prefeito, Ribeirão Preto (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 10 mil
doações de pessoas
pessoas 100%
Gasto contratado
R$ 10 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 7 mil73,7%
  • Outras 4 categoriasinclui R$ 6 lançados como "diversas a especificar"R$ 3 mil26,4%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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