
Segundo o Radar do Voto, na eleição de 2026 para governador da Paraíba, Pedro Coutinho (DC) teve 590 votos nas urnas, anulados segundo os dados do TSE (situação do registro: renúncia). Esses votos não entram nos votos válidos. Pedro Coutinho (Pedro Jorge Coutinho Guerra) disputou 5 eleições entre 1996 e 2026, para governador, deputado estadual, vice-prefeito e vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Capim em 1996. A maior votação foi em 2026, para governador por PB: 590 votos, anulados segundo os dados do TSE. Na campanha de 2018 para deputado estadual por PB, declarou R$ 13 mil em receitas: R$ 10 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 495 de outras campanhas, R$ 500 de doações privadas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 11 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 10 mil), serviços de terceiros (R$ 2 mil) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 13).
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A votação de Pedro Jorge Coutinho Guerra em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Pedro Coutinho declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado estadual por Paraíba em 2018. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 13 mil em receitas: R$ 10 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 495 de outras campanhas, R$ 500 de doações privadas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 11 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 10 mil) e serviços de terceiros (R$ 2 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 04/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.