Balbina (Balbina de Oliveira de Paula Santos) disputou 8 eleições entre 2000 e 2024, para vereadora, deputada federal e prefeita. Ela foi eleita 4 vezes: vereadora de Itu em 2024, 2012, 2004 e 2000. A maior votação foi em 2002, para deputada federal por SP: 21.557 votos. Na campanha de 2024 para vereadora em Itu/SP, declarou R$ 37 mil em receitas: R$ 4 mil de outras campanhas, R$ 20 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 13 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 17 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 14 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 1 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 1 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 386 mil em 2014 (64% com pessoal) e R$ 25 mil em 2012.
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Evolução da votação nas eleições
941 votos em 2024 (eleita) · 8 eleições
A votação de Balbina de Oliveira de Paula Santos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2024: R$ 37 mil em receitas · R$ 17 mil em gastos
Balbina declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputada federal por São Paulo em 2006 e 2014, prefeita em Itu (SP) em 2008, e vereadora em Itu (SP) em 2012 e 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 37 mil em receitas: R$ 4 mil de outras campanhas, R$ 20 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 13 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 17 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 14 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 1 mil). Em 2014, 64% dos R$ 386 mil em gastos contratados foram com pessoal; em 2012, 49% dos R$ 25 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Receitas em 2024R$ 37 milcampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 17 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 386 milcontratados, campanha encerrada
pessoas 37% · empresas 48% · próprios menos de 1% · outras 14%
Gasto contratado
R$ 69 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 19 mil26,9%
PessoalR$ 12 mil16,7%
Serviços de terceirosR$ 4 mil5,1%
Outras 18 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 35 mil51,3%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Federal · 2002SUPLENTE21.557GSP · 48 anos · Ensino médio completo · Senador, Deputado e Vereador · PDT · nº 1201 · ver resultado completo
Coligação: PTB / PDT / PPS
Vereador · 2000ELEITO1.166LItu, São Paulo · 46 anos · Ensino médio completo · Dona de Casa · PDT · nº 12012 · ver resultado completo
Coligação: PDT / PGT / PRTB
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.