Adriana Alvares da Costa de Paula Alves

Foto de Adriana Alvares da Costa de Paula Alves
Adriana Alvares da Costa de Paula Alves
5 eleições entre 2008 e 2016 · último partido PSB
40 anos em 2016 · Feminino · Superior completo
Advogado
Comparar

Dra. Adriana da Costa (Adriana Alvares da Costa de Paula Alves) disputou 5 eleições entre 2008 e 2016, para prefeita, deputada estadual e deputada federal. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2010, para deputada federal por SP: 31.119 votos. Na campanha de 2016 para prefeita em Itaquaquecetuba/SP, declarou R$ 50 mil em receitas: R$ 4 mil de outros recursos do partido, R$ 10 mil de doações privadas (10 doadores) e R$ 36 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 50 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 18 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 9 mil) e pessoal (R$ 8 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 56 mil em 2014 (46% com publicidade por placas, estandartes e faixas) e R$ 262 mil em 2012.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

7.570 votos em 2016 · 5 eleições

A votação de Adriana Alvares da Costa de Paula Alves em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoDep. FederalDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 50 mil em receitas · R$ 50 mil em gastos contratados

Dra. Adriana da Costa declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: prefeita em Itaquaquecetuba (SP) em 2008, 2012 e 2016, deputada federal por São Paulo em 2010, e deputada estadual por São Paulo em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 50 mil em receitas: R$ 4 mil de outros recursos do partido, R$ 10 mil de doações privadas (10 doadores) e R$ 36 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 50 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 18 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 9 mil). Em 2014, 46% dos R$ 56 mil em gastos contratados foram com publicidade por placas, estandartes e faixas; em 2012, 50% dos R$ 262 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2016R$ 50 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 50 milcontratados
Gastos em 2014R$ 56 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2008 a 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Prefeita, Itaquaquecetuba (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 50 mil
10 doadores pessoas físicas
partido 8% · pessoas 20% · próprios 72%
Gasto contratado
R$ 50 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 18 mil35,7%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 9 mil17,0%
  • PessoalR$ 8 mil15,8%
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 6 mil11,0%
  • Outras 5 categoriasR$ 10 mil20,5%
2014Deputada estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 56 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 68% · próprios 32%
Gasto contratado
R$ 56 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 26 mil46,4%
  • Materiais impressosR$ 17 mil30,7%
  • PessoalR$ 10 mil18,3%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 3 mil4,4%
  • Outras 1 categoriaR$ 830,1%
2012Prefeita, Itaquaquecetuba (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 443 mil
7 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 24% · pessoas 12% · empresas 28% · próprios 36%
Gasto contratado
R$ 262 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 132 mil50,3%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 32 mil12,1%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 19 mil7,3%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 13 mil5,0%
  • Outras 10 categoriasinclui R$ 33 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 66 mil25,3%
Ver as 2 campanhas anteriores
2010Deputada federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 155 mil
13 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 1% · partido e outras campanhas 23% · pessoas 48% · empresas 28%
Gasto contratado
R$ 155 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 34 mil22,1%
  • PessoalR$ 32 mil21,0%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 23 mil15,2%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 18 mil12,0%
  • Outras 7 categoriasR$ 46 mil29,7%
2008Prefeita, Itaquaquecetuba (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 159 mil
14 doadores pessoas físicas
pessoas 42% · empresas 58%
Gasto contratado
R$ 159 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 101 mil63,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 17 mil10,7%
  • PessoalR$ 9 mil5,6%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 9 mil5,5%
  • Outras 8 categoriasR$ 24 mil14,9%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Adriana Alvares da Costa de Paula Alves (Dra. Adriana da Costa): candidaturas e votos · Radar do Voto