Francisca Maria de Moraes Rodrigues

Foto de Francisca Maria de Moraes Rodrigues
Francisca Maria de Moraes Rodrigues
3 eleições entre 2008 e 2018 · PTC
51 anos em 2018 · Feminino · Ensino médio completo
Cabeleireiro e Barbeiro
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Pamela Moraes (Francisca Maria de Moraes Rodrigues) disputou 3 eleições entre 2008 e 2018, para deputada estadual e vereadora. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputada estadual por SP: 86 votos. Na campanha de 2018 para deputada estadual por SP, declarou R$ 1 mil em receitas: R$ 500 do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 954 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 500, principalmente com materiais de expediente (R$ 487) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 13). Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 214, 56% com publicidade por adesivos.

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Evolução da votação nas eleições

86 votos em 2018 · 3 eleições

A votação de Francisca Maria de Moraes Rodrigues em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 1 mil em receitas · R$ 500 em gastos

Pamela Moraes declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereadora em Guarulhos (SP) em 2016, e deputada estadual por São Paulo em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 1 mil em receitas: R$ 500 do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 954 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 500, principalmente com materiais de expediente (R$ 487) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 13). Em 2016, 56% dos R$ 214 em gastos contratados foram com publicidade por adesivos.

Receitas em 2018R$ 1 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 500campanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 214contratados, campanha encerrada
Campanhas22016 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
2018Deputada estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
doações de pessoas
FEFC 34% · pessoas 66%
Gasto contratado
R$ 500
tudo pago (100%)
  • Materiais de expedienteR$ 48797,4%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 132,6%
2016Vereadora, Guarulhos (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 214
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 214
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por adesivosR$ 12056,1%
  • Materiais impressosR$ 9443,9%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Francisca Maria de Moraes Rodrigues (Pamela Moraes): candidaturas e votos · Radar do Voto