Rosinha do Onibus

Foto de Jose Carlos da Rosa
Rosinha do Onibus
Jose Carlos da Rosa (nome civil)
2 eleições entre 2008 e 2012 · PSDC
42 anos em 2012 · Masculino · Ensino fundamental incompleto
Motorista de Veículos de Transporte Coletivo de Passageiros
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Rosinha do Onibus (José Carlos da Rosa) disputou 2 eleições entre 2008 e 2012, para vereador, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Campo Limpo Paulista em 2012. A maior votação foi em 2012, para vereador em Campo Limpo Paulista/SP: 786 votos. Na campanha de 2012 para vereador em Campo Limpo Paulista/SP, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 241 de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 2 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 915 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 806, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 541), publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 135) e combustíveis e lubrificantes (R$ 130). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 1 mil.

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Evolução da votação nas eleições

786 votos em 2012 (eleito) · 2 eleições

A votação de Jose Carlos da Rosa em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2012: R$ 3 mil em receitas · R$ 806 em gastos contratados

Rosinha do Onibus declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Campo Limpo Paulista (SP) em 2008 e 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 241 de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 2 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 915 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 806, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 541) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 135). Em 2008, R$ 1 mil em gastos contratados.

Receitas em 2012R$ 3 milcampanha encerrada
Gastos em 2012R$ 806contratados
Gastos em 2008R$ 1 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2012

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2012Vereador, Campo Limpo Paulista (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 8% · pessoas 60% · próprios 32%
Gasto contratado
R$ 806
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 54167,1%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 13516,8%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 13016,1%
2008Vereador, Campo Limpo Paulista (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 98% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 292,2%
  • Outras 1 categoriaR$ 1 mil97,8%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas · eleito em 2012

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892