Antonio Mentor (Antônio Mentor de Mello Sobrinho) disputou 9 eleições entre 1998 e 2018, para deputado estadual e prefeito. Ele foi eleito 3 vezes: deputado estadual em 2010, 2006 e 2002. A maior votação foi em 2002, para deputado estadual por SP: 120.470 votos. Na campanha de 2018 para deputado estadual por SP, declarou R$ 266 mil em receitas: R$ 48 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 120 de outras campanhas, R$ 153 mil de doações privadas (31 doadores) e R$ 65 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 259 mil, principalmente com pessoal (R$ 101 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 91 mil) e serviços de terceiros (R$ 23 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1 milhão em 2014 e R$ 1,1 milhão em 2012.
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Evolução da votação nas eleições
45.920 votos em 2018 · 9 eleições
A votação de Antonio Mentor de Mello Sobrinho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2018: R$ 266 mil em receitas · R$ 259 mil em gastos
Antonio Mentor declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputado estadual por São Paulo em 2006, 2010, 2014 e 2018, e prefeito em Americana (SP) em 2008 e 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 266 mil em receitas: R$ 48 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 120 de outras campanhas, R$ 153 mil de doações privadas (31 doadores) e R$ 65 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 259 mil, principalmente com pessoal (R$ 101 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 91 mil). Em 2014, R$ 1 milhão em gastos contratados; em 2012, R$ 1,1 milhão em gastos contratados.
Receitas em 2018R$ 266 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 259 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 1 milhãocontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 35% · pessoas 12% · empresas 27% · próprios 1% · outras 25%
Gasto contratado
R$ 292 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 65 mil22,1%
PessoalR$ 9 mil3,0%
Locação de imóveisR$ 7 mil2,3%
Serviços de terceirosR$ 1 mil0,4%
Outras 19 categoriasinclui R$ 33 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 211 mil72,3%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Prefeito · 2004NÃO ELEITO28.911LAmericana, São Paulo · 54 anos · Superior incompleto · Senador, Deputado e Vereador · PT · nº 13 · ver resultado completo
Deputado Estadual · 1998SUPLENTE27.550GSP · 48 anos · Superior incompleto · Proprietário de Estabelecimento Comercial · PT · nº 13199 · ver resultado completo
Coligação: PC do B / PCB / PMN / PPS / PT
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.