- Serviços próprios prestados por terceirosR$ 500100,0%
Ival Cripa disputou 3 eleições entre 2008 e 2016, para vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2016 para vereador em Alvinlândia/SP, declarou R$ 500 em receitas, de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 500, principalmente com serviços próprios prestados por terceiros (R$ 500). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 68 em 2012 (100% com publicidade por materiais impressos) e R$ 167 em 2008.
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Ival Cripa declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Alvinlândia (SP) em 2008, 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 500 em receitas, de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 500, principalmente com serviços próprios prestados por terceiros (R$ 500). Em 2012, 100% dos R$ 68 em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2008, R$ 167 em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.