Bagulho (Robens Rech) disputou 4 eleições entre 1996 e 2016, para prefeito e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Tangará em 2008; vereador de Tangará em 1996. A maior votação foi em 2008, para prefeito em Tangará/SC: 3.184 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Tangará/SC, declarou R$ 44 mil em receitas: R$ 15 mil do Fundo Partidário, R$ 28 mil de doações privadas (8 doadores) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 44 mil, principalmente com pessoal (R$ 10 mil), pesquisas ou testes eleitorais (R$ 8 mil) e publicidade por carros de som (R$ 5 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 49 mil em 2012 e R$ 49 mil em 2008.
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Evolução da votação nas eleições
2.389 votos em 2016 · 4 eleições
A votação de Robens Rech em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 44 mil em receitas · R$ 44 mil em gastos contratados
Bagulho declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeito em Tangará (SC) em 2008, 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 44 mil em receitas: R$ 15 mil do Fundo Partidário, R$ 28 mil de doações privadas (8 doadores) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 44 mil, principalmente com pessoal (R$ 10 mil) e pesquisas ou testes eleitorais (R$ 8 mil). Em 2012, R$ 49 mil em gastos contratados; em 2008, R$ 49 mil em gastos contratados.
Receitas em 2016R$ 44 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 44 milcontratados
Gastos em 2012R$ 49 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 24% · pessoas 67% · empresas 7% · próprios 3%
Gasto contratado
R$ 49 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 13 mil26,4%
Outras 9 categoriasR$ 36 mil73,6%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 1996ELEITO1.119LTangará, Santa Catarina · 37 anos · Ensino médio incompleto · Comerciario · PMDB · nº 15615 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.