Luiz Alberto

Foto de Luiz Alberto da Costa Oliveira
Luiz Alberto
Luiz Alberto da Costa Oliveira (nome civil)
3 eleições entre 2008 e 2016 · último partido PSD
61 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Aposentado (exceto Servidor Público)

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Luiz Alberto (Luiz Alberto da Costa Oliveira) disputou 3 eleições entre 2008 e 2016, para vice-prefeito e prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: vice-prefeito de São Sebastião do Caí em 2016 e 2012. Na campanha de 2008 para prefeito em São Sebastião do Caí/RS, declarou R$ 21 mil em receitas: R$ 1 mil de outros recursos do partido, R$ 5 mil de doações privadas, R$ 10 mil de empresas e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 21 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 9 mil), publicidade por jornais e revistas (R$ 5 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 3 mil).

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Evolução da votação nas eleições

2.078 votos em 2008 · 3 eleições

A votação de Luiz Alberto da Costa Oliveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Prefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2008: R$ 21 mil em receitas · R$ 21 mil em gastos contratados

Luiz Alberto declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em São Sebastião do Caí (RS) em 2008. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 21 mil em receitas: R$ 1 mil de outros recursos do partido, R$ 5 mil de doações privadas, R$ 10 mil de empresas e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 21 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 9 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 5 mil).

Receitas em 2008R$ 21 milcampanha encerrada
Gastos em 2008R$ 21 milcontratados
Campanhas12008

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2008Prefeito, São Sebastião do Caí (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 21 mil
doações de pessoas
partido 6% · pessoas 24% · empresas 47% · próprios 24%
Gasto contratado
R$ 21 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 9 mil44,4%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 5 mil23,7%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 3 mil16,2%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 2 mil7,3%
  • Outras 3 categoriasR$ 2 mil8,4%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas · eleito em 2012 e 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892