Eliana Maria Giehl

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Eliana Maria Giehl
5 eleições entre 2008 e 2020 · último partido PTB
60 anos em 2020 · Feminino · Superior completo
Aposentado (exceto Servidor Público)
redes informadas ao TSE
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Eliana Giehl (Eliana Maria Giehl) disputou 5 eleições entre 2008 e 2020, para vereadora, deputada estadual e prefeita. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2010, para deputada estadual por RS: 6.573 votos. Na campanha de 2020 para vereadora em Santa Cruz do Sul/RS, declarou R$ 21 mil em receitas: R$ 17 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 3 mil do Fundo Partidário, R$ 14 de outras campanhas e R$ 1 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 17 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 12 mil), serviços de terceiros (R$ 2 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 1 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 5 mil em 2016 e R$ 6 mil em 2012.

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Evolução da votação nas eleições

207 votos em 2020 · 5 eleições

A votação de Eliana Maria Giehl em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoDep. EstadualVereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 21 mil em receitas · R$ 17 mil em gastos

Eliana Giehl declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: prefeita em Santa Cruz do Sul (RS) em 2008, deputada estadual por Rio Grande do Sul em 2010, e vereadora em Santa Cruz do Sul (RS) em 2012, 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 21 mil em receitas: R$ 17 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 3 mil do Fundo Partidário, R$ 14 de outras campanhas e R$ 1 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 17 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 12 mil) e serviços de terceiros (R$ 2 mil). Em 2016, R$ 5 mil em gastos contratados; em 2012, 53% dos R$ 6 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2020R$ 21 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 17 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 5 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2008 a 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Vereadora, Santa Cruz do Sul (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 21 mil
doações de pessoas
FEFC 81% · Fundo Partidário 14% · partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 5%
Gasto contratado
R$ 17 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 12 mil72,1%
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil11,5%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 1 mil8,3%
  • Materiais impressosR$ 1 mil7,3%
  • Outras 2 categoriasR$ 1250,8%
2016Vereadora, Santa Cruz do Sul (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
sem doações de pessoas
Fundo Partidário 38% · partido e outras campanhas 3% · próprios 59%
Gasto contratado
R$ 5 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 2 mil30,9%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 2 mil29,0%
  • Publicidade por adesivosR$ 1 mil21,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 58210,7%
  • Outras 1 categoriaR$ 4418,1%
2012Vereadora, Santa Cruz do Sul (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 6 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 19% · próprios 81%
Gasto contratado
R$ 6 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 3 mil53,2%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 2 mil28,9%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 5007,8%
  • Serviços de terceirosR$ 5007,8%
  • Outras 1 categoriaR$ 1502,3%
Ver as 2 campanhas anteriores
2010Deputada estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 24 mil
7 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 18% · pessoas 56% · empresas 17% · próprios 9%
Gasto contratado
R$ 24 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 12 mil50,5%
  • Materiais impressosR$ 4 mil14,9%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 3 mil11,5%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 1 mil5,5%
  • Outras 3 categoriasR$ 4 mil17,6%
2008Prefeita, Santa Cruz do Sul (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 21 mil
4 doadores pessoas físicas
pessoas 53% · empresas 33% · próprios 13%
Gasto contratado
R$ 21 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 6 mil29,9%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 5 mil23,9%
  • Materiais impressosR$ 5 mil22,5%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil10,9%
  • Outras 5 categoriasinclui R$ 385 lançados como "diversas a especificar"R$ 3 mil12,9%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885