Afonso Schwengber disputou 5 eleições entre 1996 e 2016, para prefeito e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2008, para prefeito em Santa Cruz do Sul/RS: 1.145 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Santa Cruz do Sul/RS, declarou R$ 29 mil em receitas: R$ 29 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 620 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 29 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 13 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 12 mil) e publicidade por adesivos (R$ 839). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 6 mil, 68% com publicidade por materiais impressos.
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Evolução da votação nas eleições
423 votos em 2016 · 5 eleições
A votação de Afonso Schwengber em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 29 mil em receitas · R$ 29 mil em gastos contratados
Afonso Schwengber declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Santa Cruz do Sul (RS) em 2012, e prefeito em Santa Cruz do Sul (RS) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 29 mil em receitas: R$ 29 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 620 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 29 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 13 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 12 mil). Em 2012, 68% dos R$ 6 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Receitas em 2016R$ 29 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 29 milcontratados
Gastos em 2012R$ 6 milcontratados, campanha encerrada
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 95015,9%
Correspondências e despesas postaisR$ 94215,8%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Prefeito · 2016NÃO ELEITO423LSanta Cruz do Sul, Rio Grande do Sul · 70 anos · Branca · Ensino médio completo · Aposentado (exceto Servidor Público) · PSTU · nº 16 · ver resultado completo
Vereador · 2012529não eleitoLSanta Cruz do Sul, Rio Grande do Sul · 66 anos · Ensino médio completo · Aposentado (exceto Servidor Público) · PSTU · nº 16234 · ver resultado completoprestação de contas
Prefeito · 2008NÃO ELEITO1.145LSanta Cruz do Sul, Rio Grande do Sul · 62 anos · Ensino médio incompleto · Aposentado (exceto Servidor Público) · PSTU · nº 16 · ver resultado completo
Vereador · 2000SUPLENTE357LSanta Cruz do Sul, Rio Grande do Sul · 54 anos · Ensino médio incompleto · Vendedor de Comercio Varejista e Atacadista · PT · nº 13646 · ver resultado completo
Vereador · 1996SUPLENTE550LSanta Cruz do Sul, Rio Grande do Sul · 50 anos · Ensino médio incompleto · Comerciario · PT · nº 13646 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.