Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Professor Philomena (Antônio Libório Philomena) disputou 3 eleições entre 2004 e 2008, para prefeito e deputado federal. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2004, para prefeito em Rio Grande/RS: 9.566 votos. Na campanha de 2008 para prefeito em Rio Grande/RS, declarou R$ 15 mil em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 15 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 6 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 3 mil) e serviços de terceiros (R$ 3 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 5 mil.
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Evolução da votação nas eleições
4.856 votos em 2008 · 3 eleições
A votação de Antonio Liborio Philomena em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2008: R$ 15 mil em receitas · R$ 15 mil em gastos contratados
Professor Philomena declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado federal por Rio Grande do Sul em 2006, e prefeito em Rio Grande (RS) em 2008. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 15 mil em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 15 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 6 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 3 mil). Em 2006, R$ 5 mil em gastos contratados.
Receitas em 2008R$ 15 milcampanha encerrada
Gastos em 2008R$ 15 milcontratados
Gastos em 2006R$ 5 milcontratados, campanha encerrada
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 92518,2%
Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 5009,8%
Outras 5 categoriasinclui R$ 2 lançados como "diversas a especificar"R$ 62812,4%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Prefeito · 2008NÃO ELEITO4.856LRio Grande, Rio Grande do Sul · 57 anos · Superior completo · Servidor Público Federal · PV · nº 43 · ver resultado completo
Deputado Federal · 20068.276não eleitoGRS · 55 anos · Superior completo · Professor de Ensino Superior · PV · nº 4311 · ver resultado completoprestação de contas
Prefeito · 2004NÃO ELEITO9.566LRio Grande, Rio Grande do Sul · 53 anos · Superior completo · Professor de Ensino Superior · PV · nº 43 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.