- Militância e mobilização de ruaR$ 1,1 milhão44,3%
- Materiais impressosR$ 340 mil14,2%
- Criação e inclusão de páginas na internetR$ 250 mil10,4%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 240 mil10,0%
- Outras 12 categoriasR$ 505 mil21,0%
Segundo o Radar do Voto, Jandira Feghali (PCDOB) foi eleita deputada federal pelo Rio de Janeiro em 2026, com 74.409 votos, pelo resultado oficial do TSE. Jandira Feghali disputou 14 eleições entre 1986 e 2026, para deputada federal, prefeita, senadora e deputada estadual. Ela foi eleita 10 vezes: deputada federal em 2026, 2022, 2018, 2014, 2010, 2002, 1998, 1994 e 1990; deputada estadual em 1986. A maior votação foi em 2006, para senadora por RJ: 2.761.216 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 230,8 milhões empenhados em 229 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2026, para 177 municípios; 77% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para deputada federal por RJ, declarou R$ 3,1 milhões em receitas: R$ 2,8 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 250 mil do Fundo Partidário, R$ 89 mil de doações privadas (460 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 120 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2,4 milhões, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 1,1 milhão), publicidade por materiais impressos (R$ 340 mil) e criação e inclusão de páginas na internet (R$ 250 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 2,8 milhões em 2022 e R$ 1,5 milhão em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Jandira Feghali em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Jandira Feghali declarou receitas e gastos ao TSE em 8 campanhas: senadora por Rio de Janeiro em 2006, prefeita em Rio de Janeiro (RJ) em 2008 e 2016, e deputada federal por Rio de Janeiro em 2010, 2014, 2018, 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 3,1 milhões em receitas: R$ 2,8 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 250 mil do Fundo Partidário, R$ 89 mil de doações privadas (460 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 120 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2,4 milhões, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 1,1 milhão) e publicidade por materiais impressos (R$ 340 mil); R$ 1,8 milhão já foram pagos. Em 2022, R$ 2,8 milhões em gastos; em 2018, R$ 1,5 milhão em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Jandira Feghali teve R$ 230,8 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 229 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2026, para 177 municípios. Já foram pagos R$ 178,8 milhões (77%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu na legislatura 2023 a 2026 foi Saúde (46%). As cidades que mais receberam na legislatura 2023 a 2026 foram Rio de Janeiro, Niterói e Queimados. Por legislatura: na legislatura 2023 a 2026, R$ 95,5 milhões em 64 emendas; na legislatura 2019 a 2022, R$ 81,8 milhões em 92 emendas; na legislatura 2015 a 2018, R$ 53,5 milhões em 73 emendas.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 18,5 milhões | R$ 9 milhões | 49% | 15 | 15 |
| 2025 | R$ 35,4 milhões | R$ 20,5 milhões | 58% | 23 | 30 |
| 2024 | R$ 37,5 milhões | R$ 25,5 milhões | 68% | 25 | 36 |
| Legislatura 2023 a 2026 | R$ 91,4 milhões | R$ 55 milhões | 60% | 63 | 62 |
Funções que mais receberam (2023 a 2026)
Municípios que mais receberam (2023 a 2026)
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em out/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 06/10/2026, com coleta na fonte em out/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.