Antônio Carlos

Foto de Antônio Carlos Silva
Antônio Carlos
Antônio Carlos Silva (nome civil)
10 eleições entre 1998 e 2026 · PCO
64 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Servidor Público Estadual
Candidato a Vice-Presidente · Eleições 2026 · PCO · nº 29
Deferido
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Antônio Carlos (Antônio Carlos Silva) disputou 9 eleições entre 1998 e 2022, para senador, prefeito, deputado federal e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2022, para senador por SP: 13.280 votos, anulados segundo os dados do TSE. Em 2026, foi candidato a vice-presidente pelo PCO. Na campanha de 2022 para senador por SP, declarou R$ 12 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 2 mil em 2012 (50% com publicidade por materiais impressos) e R$ 280 em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

13.280 votos em 2022 (anulados) · 10 eleições

A votação de Antônio Carlos Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualDep. FederalPrefeitoSenadorPresidente

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 12 mil em receitas

Antônio Carlos declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: senador por São Paulo em 2006 e 2022, prefeito em Rio de Janeiro (RJ) em 2008 e 2012, deputado federal por São Paulo em 2018, e prefeito em São Paulo (SP) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 12 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Em 2012, 50% dos R$ 2 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2008, R$ 280 em gastos contratados.

Receitas em 2022R$ 12 milcampanha encerrada
Gastos em 2012R$ 2 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas6de 2006 a 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Recursos próprios
2022Senador, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 12 mil
sem doações de pessoas
FEFC 100%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2020Prefeito, São Paulo (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
sem doações de pessoas
FEFC 100%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2018Deputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
sem doações de pessoas
FEFC 100%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
Ver as 3 campanhas anteriores
2012Prefeito, Rio de Janeiro (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 1 mil50,0%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 1 mil50,0%
2008Prefeito, Rio de Janeiro (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 280
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 280
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 280100,0%
2006Senador, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 15
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 15
o TSE não publica o pago deste ano
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 15100,0%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

10 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892