Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Rafael do Tino (Rafael Albuquerque Campos) disputou 1 eleição, em 2008, para vereador em Campina da Lagoa/PR e foi eleito com 729 votos. Na campanha de 2008 para vereador em Campina da Lagoa/PR, declarou R$ 10 mil em receitas: R$ 1 mil de outras campanhas, R$ 7 mil de doações privadas (14 doadores) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 10 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil), pessoal (R$ 1 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 189).
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Financiamento das campanhas
2008: R$ 10 mil em receitas · R$ 10 mil em gastos contratados
Rafael do Tino declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em Campina da Lagoa (PR) em 2008. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 10 mil em receitas: R$ 1 mil de outras campanhas, R$ 7 mil de doações privadas (14 doadores) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 10 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil) e pessoal (R$ 1 mil).
partido e outras campanhas 12% · pessoas 71% · próprios 16%
Gasto contratado
R$ 10 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 3 mil30,5%
PessoalR$ 1 mil9,6%
Combustíveis e lubrificantesR$ 1891,8%
Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 1551,5%
Outras 3 categoriasinclui R$ 181 lançados como "diversas a especificar" e R$ 87 doados a outros candidatos e partidosR$ 6 mil56,6%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.