- PessoalR$ 19 mil5,9%
- Outras 9 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 301 mil94,1%
Dr. Murilo (Murilo Antônio Paes Landim) disputou 3 eleições entre 1996 e 2008, para prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de São João do Piauí em 2000 e 1996. A maior votação foi em 2008, para prefeito em São João do Piauí/PI: 4.602 votos. Na campanha de 2008 para prefeito em São João do Piauí/PI, declarou R$ 319 mil em receitas: R$ 170 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 54 mil de doações privadas (38 doadores), R$ 95 mil de empresas e R$ 200 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 319 mil, principalmente com pesquisas ou testes eleitorais (R$ 53 mil), comícios (R$ 50 mil) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 45 mil).
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A votação de Murilo Antonio Paes Landim em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Dr. Murilo declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em São João do Piauí (PI) em 2008. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 319 mil em receitas: R$ 170 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 54 mil de doações privadas (38 doadores), R$ 95 mil de empresas e R$ 200 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 319 mil, principalmente com pesquisas ou testes eleitorais (R$ 53 mil) e comícios (R$ 50 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.