Edivaldo de Sousa Veloso

Foto de Edivaldo de Sousa Veloso
Edivaldo de Sousa Veloso
4 eleições entre 2000 e 2016 · último partido PHS
45 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Professor de Ensino Fundamental
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Professor Edivaldo (Edivaldo de Sousa Veloso) disputou 4 eleições entre 2000 e 2016, para vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Sebastião Leal em 2004. A maior votação foi em 2004, para vereador em Sebastião Leal/PI: 200 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Floriano/PI, declarou R$ 22 mil em receitas: R$ 1 mil de outras campanhas, R$ 12 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 9 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 22 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 14 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 3 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 8 mil.

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Evolução da votação nas eleições

161 votos em 2016 · 4 eleições

A votação de Edivaldo de Sousa Veloso em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 22 mil em receitas · R$ 22 mil em gastos contratados

Professor Edivaldo declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Sebastião Leal (PI) em 2008, e vereador em Floriano (PI) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 22 mil em receitas: R$ 1 mil de outras campanhas, R$ 12 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 9 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 22 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 14 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 3 mil). Em 2008, R$ 8 mil em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 22 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 22 milcontratados
Gastos em 2008R$ 8 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Floriano (PI)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 22 mil
6 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 6% · pessoas 56% · próprios 39%
Gasto contratado
R$ 22 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 14 mil62,6%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 3 mil12,3%
  • Materiais impressosR$ 2 mil9,9%
  • Serviços de terceirosR$ 1 mil6,1%
  • Outras 4 categoriasR$ 2 mil9,2%
2008Vereador, Sebastião Leal (PI)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 8 mil
13 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 1% · pessoas 86% · próprios 13%
Gasto contratado
R$ 8 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil16,0%
  • Materiais impressosR$ 2333,0%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 150,2%
  • Outras 1 categoriaR$ 6 mil80,8%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas · eleito em 2004

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Edivaldo de Sousa Veloso (Professor Edivaldo): candidaturas e votos · Radar do Voto