Moises Angelo Ribeiro

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Moises Angelo Ribeiro
6 eleições entre 1996 e 2016 · último partido PMDB
48 anos em 2016 · Masculino · Ensino fundamental completo
Vereador
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Moisés (Moisés Angelo Ribeiro) disputou 6 eleições entre 1996 e 2016, para vereador. Ele foi eleito 6 vezes: vereador de Belém do Piauí em 2016, 2012, 2008, 2004, 2000 e 1996. A maior votação foi em 2016, para vereador em Belém do Piauí/PI: 197 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Belém do Piauí/PI, declarou R$ 3 mil em receitas, de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 1 mil), baixa de estimaveis - cessão ou locação de veículos (R$ 900) e publicidade por materiais impressos (R$ 510). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 3 mil em 2012 (64% com baixa de estimáveis - cessão ou locação de veículos) e R$ 200 em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

197 votos em 2016 (eleito) · 6 eleições

A votação de Moises Angelo Ribeiro em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 3 mil em receitas · R$ 3 mil em gastos contratados

Moisés declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Belém do Piauí (PI) em 2008, 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 3 mil em receitas, de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 1 mil) e baixa de estimaveis - cessão ou locação de veículos (R$ 900). Em 2012, 64% dos R$ 3 mil em gastos contratados foram com baixa de estimáveis - cessão ou locação de veículos; em 2008, 100% dos R$ 200 em gastos contratados foram com baixa de recursos estimáveis em dinheiro.

Receitas em 2016R$ 3 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 3 milcontratados
Gastos em 2012R$ 3 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32008, 2012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Belém do Piauí (PI)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
3 doadores pessoas físicas
pessoas 100%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 1 mil35,1%
  • Materiais impressosR$ 51017,9%
  • Outras 2 categoriasR$ 1 mil46,9%
2012Vereador, Belém do Piauí (PI)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
doações de pessoas
pessoas 39% · próprios 61%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 2508,1%
  • Outras 2 categoriasR$ 3 mil91,9%
2008Vereador, Belém do Piauí (PI)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 200
doações de pessoas
pessoas 100%
Gasto contratado
R$ 200
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 200100,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleito em 2008, 2012 e 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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