Francisco de Paula Barreto Filho

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Francisco de Paula Barreto Filho
2 eleições entre 2008 e 2010 · último partido PSL
64 anos em 2010 · Masculino · Superior completo
Professor de Ensino Superior
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Prof. Barreto (Francisco de Paula Barreto Filho) disputou 2 eleições entre 2008 e 2010, para deputado estadual e prefeito. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2008, para prefeito em João Pessoa/PB: 6.273 votos. Na campanha de 2010 para deputado estadual por PB, declarou R$ 10 mil em receitas: R$ 4 mil de outras campanhas, R$ 2 mil de doações privadas e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 10 mil, principalmente com baixa de recursos estimáveis em dinheiro (R$ 6 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 4 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 43 mil, 56% com baixa de recursos estimáveis em dinheiro.

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Evolução da votação nas eleições

972 votos em 2010 · 2 eleições

A votação de Francisco de Paula Barreto Filho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2010: R$ 10 mil em receitas · R$ 10 mil em gastos contratados

Prof. Barreto declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em João Pessoa (PB) em 2008, e deputado estadual por Paraíba em 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 10 mil em receitas: R$ 4 mil de outras campanhas, R$ 2 mil de doações privadas e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 10 mil, principalmente com baixa de recursos estimáveis em dinheiro (R$ 6 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 4 mil). Em 2008, 56% dos R$ 43 mil em gastos contratados foram com baixa de recursos estimáveis em dinheiro.

Receitas em 2010R$ 10 milcampanha encerrada
Gastos em 2010R$ 10 milcontratados
Gastos em 2008R$ 43 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2010

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2010Deputado estadual, ParaíbaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 10 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 43% · pessoas 22% · próprios 35%
Gasto contratado
R$ 10 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 4 mil35,1%
  • Outras 1 categoriaR$ 6 mil64,9%
2008Prefeito, João Pessoa (PB)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 43 mil
18 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 5% · pessoas 69% · próprios 26%
Gasto contratado
R$ 43 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 9 mil21,9%
  • Outras 4 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 34 mil78,1%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Francisco de Paula Barreto Filho (Prof. Barreto): candidaturas e votos · Radar do Voto